O Mundo Encantado dos Contos

O Mundo Encantado dos Contos

quarta-feira, 28 de março de 2012

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA LEITURA E ESCRITA

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA LEITURA E ESCRITA 1. NOME DO PROJETO: “Quem conta um conto aumenta um ponto...” 2. EIXO TEMÁTICO: Pluralidade Cultural. 3. PROBLEMÁTICA: De acordo com o diagnóstico realizado pelos professores, no 1º e 2º trimestres desse ano, a maioria dos alunos das turmas do CIN, CIR e CPA demonstraram dificuldades na leitura, interpretação e produção textual. Diagnóstico esse que possibilitou aos professores uma reflexão sobre o problema, levando-os à hipótese de que a razão das dificuldades de leitura e produção escrita estaria no pouco acesso dos alunos aos diversos gêneros textuais e em especial aos textos literários. 4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: A definição do tema desse projeto para ser desenvolvido em nossa escola se apóia no conhecimento que temos de que o trabalho com a literatura infantil e infanto juvenil pode contribuir significativamente para o desenvolvimento cognitivo das crianças, ajudando a formar leitores. Sendo assim, ao propor um trabalho com o gênero literário em sala de aula, apoiamo-nos também nas concepções de alguns estudiosos que afirmam que o trabalho com a Literatura Infantil pode certamente ajudar na valorização da criatividade, da independência e da emoção infantil, o chamado, pensamento crítico e segundo SILVEIRA (1997, p.149), "(…) e com ênfase à criança ativa, participante, não-conformista". Logo, "(…) Faz-se necessário que o professor introduza na sua prática pedagógica a literatura de cunho formativo, que contribui para o crescimento e a identificação pessoal da criança, propiciando ao aluno a percepção de diferentes resoluções de problemas, despertando a criatividade, a autonomia e a criticidade, que são elementos necessários na formação da criança em nossa sociedade atual". A Literatura Infantil, nas escolas, deve despertar o gosto pela leitura, pois "(…) a literatura pode proporcionar fruição, alegria e encanto quando trabalhada de forma significativa pelo aluno. Além disso, ela pode desenvolver a imaginação, os sentimentos, a emoção, a expressão e o movimento através de uma aprendizagem prazerosa". (SAWULSKI, 2002). Percebemos então que para desenvolver uma proposta voltada para a utilização da literatura infantil na escola é preciso ampliar a nossa percepção de que "(…) Ler não é decifrar palavras. A leitura é um processo em que o leitor realiza um trabalho ativo de construção do significado do texto, apoiando-se em diferentes estratégias, como seu conhecimento sobre o assunto, sobre o autor e de tudo o que sabe sobre a linguagem escrita e o gênero em questão". (RCNEI, 1998, p. 144). Os RCNEI sugerem que, "(...) os professores deverão organizar a sua prática de forma a promover em seus alunos: o interesse pela leitura de histórias; a familiaridade com a escrita por meio da participação em situações de contato cotidiano com livros, revistas, histórias em quadrinhos; escutar textos lidos, apreciando a leitura feita pelo professor; escolher os livros para ler e apreciar. Isto se fará possível trabalhando conteúdos que privilegiem a participação dos alunos em situações de leitura de diferentes gêneros feita pelos adultos, como contos, poemas, parlendas, trava-línguas, etc. propiciar momentos de reconto de histórias conhecidas com aproximação às características da história original no que se refere à descrição de personagens, cenários e objetos, com ou sem a ajuda do professor". RCNEI, (1998, vol.3, p. 117-159). Para Pinto (1999), "A Literatura Infantil tem um grande significado no desenvolvimento de crianças de diversas idades, onde se refletem situações emocionais, fantasias, curiosidades e enriquecimento do desenvolvimento perceptivo. Para ele a leitura de histórias influi em todos os aspectos da educação da criança: na afetividade: desperta a sensibilidade e o amor à leitura; na compreensão: desenvolve o automatismo da leitura rápida e a compreensão do texto; na inteligência: desenvolve a aprendizagem de termos e conceitos e a aprendizagem intelectual". (apud RUFINO e GOMES, 1999, p.11). COELHO explica que, "... a literatura infantil vem sendo criada, sempre atenta ao nível do leitor a que se destina... e consciente de que uma das mais fecundas fontes para a formação dos imaturos é a imaginação – espaço ideal da literatura. É pelo imaginário que o eu pode conquistar o verdadeiro conhecimento de si mesmo e do mundo em que lhe cumpre viver". COELHO (2000 p.141). Portanto considerando os fundamentos teóricos que embasam o projeto reconhecemos que, o trabalho em sala de aula com Literatura Infantil é importante sob vários aspectos biopsicosociais. Quanto ao desenvolvimento cognitivo, ela proporciona às crianças meios para desenvolver habilidades que agem como facilitadores dos processos de aprendizagem. Estas habilidades podem ser observadas no aumento do vocabulário, nas referências textuais, na interpretação de textos, na ampliação do repertório lingüístico, na reflexão, na criticidade e na criatividade. Estas habilidades propiciariam no momento de novas leituras a possibilidade do leitor fazer inferências e novas releituras, agindo, assim, como facilitadores do processo de ensino-aprendizagem não só da língua, mas também das outras disciplinas. 5. JUSTIFICATIVA: A leitura e a escrita são hoje um dos maiores desafios das escolas, visto que quando estimulada de forma criativa, possibilita a redescoberta do prazer de ler, a utilização da escrita em contextos sociais e a inserção da criança no mundo letrado. Pensando nesse contexto, o Projeto “Quem conta um conto aumenta um ponto...” torna-se necessário e viável, pois pretende fomentar a leitura, a interpretação e a produção por meio da contação de história.Com uma proposta de trabalho interdisciplinar com as literaturas infantil e infanto - juvenil, o projeto busca reunir escola e comunidade local em atividades de pesquisa e informações que contribuam para o resgate da história da comunidade, tornando o aluno a mola mestra do processo ensino aprendizagem. 6. OBJETIVOS: 6.1. OBJETIVOS GERAIS: • Estimular o prazer pela leitura, considerando a interdisciplinaridade e a atuação de toda a escola nesse processo; • Trabalhar com gêneros literários diversos, possibilitando ao alunado a aquisição de competências leitoras; • Resgatar a história de sua comunidade por meio de contos populares; • Desenvolver a reescrita de histórias e a produção textual. 6. 2. OBJETVOS ESPECÍFICOS: • Ampliar o repertório de histórias conhecidas; • Familiarizar-se com as histórias; • Construir o hábito de ouvir histórias e sentir prazer nas situações que envolvem leitura de história; • Aproximar-se do universo escrito e dos portadores de escrita(livros e revistas), manuseando-os e reparando na beleza das imagens; • Relacionar textos e ilustração, manifestando sentimentos, experiências, idéias e opiniões, definindo preferência e construindo critérios próprios para selecionar o que vão ler. • Vivenciar situações de leitura compartilhada e uso do cantinho de leitura da classe; • Contar de histórias conhecidas; • Realizar leituras orais e silenciosas de histórias; e silenciosas de histórias; • Interpretar histórias lidas; • Realizar o estudo de vocabulários presentes nas histórias lidas; • Assistir a exibição de DVD e vídeos de histórias e contos de diversos gêneros; • Escutar de histórias fonadas, lidas ou contadas pelos professores e colegas • Montar histórias ou trechos de histórias (fatiados); • Escrever listas com os nomes das histórias e/ou nomes de personagens das histórias lidas; • Participar de rodas de leitura envolvendo conto e reconto (oral); • Escrever e reescrever histórias; • Complementares histórias lacunadas; • Refletir sobre os elementos de escrita utilizados nas produções escritas (com apoio do professor); • Ilustrar (com desenhos) histórias lidas; • Dramatizar histórias e contos trabalhados; • Confeccionar livretos com histórias trabalhadas; • Participar do Dia D da leitura e contação de histórias, expondo os trabalhos produzidos. 7. CRONOGRAMA: Alunos Professores Coordenadores Diretores Alunos: De 01 de setembro a 30 de novembro • Ampliar o repertório de história conhecidas; 1ª semana de setembro: Professores: • Selecionar um acervo de livros de qualidade, adequada a cada faixa-etária, implementando o cantinho de leitura da classe; 1ª semana de setembro; • Observar a qualidade do acervo de livros e problematizar a escolha dos títulos que serão lidos às crianças; De setembro a novembro: Diretor e Coordenador: • Incentivar e garantir que o conteúdo deste projeto esteja assegurado com pauta nos encontros de formação dos professores; Alunos: • Familiarizar-se com as histórias; De setembro a novembro: Professores: • Realizar com freqüência e regularidade a leitura de diferentes histórias aos alunos. De setembro a novembro nas reuniões de AC: Diretor e Coordenador: • Orientar e apoiar o planejamento dos professores, enfocando a leitura como atividade diária na escola; Alunos: • Construir o hábito de ouvir histórias e sentir prazer nas situações que envolvem leitura de história; De setembro a novembro: • Compartilhar sobre suas impressões sobre as histórias lidas; Coordenador: • Orientar os professore na organização e utilização sistemática dos cantinhos de leitura na sala de aula; Alunos: • Aproximar-se do universo escrito e dos portadores de escrita (livros e revistas) para que possam manuseá-los , reparar na beleza das imagens, relacionar textos e ilustração, manifestando sentimentos, experiências, idéias e opiniões, definindo preferência e construindo critérios próprios para selecionar o que vão ler. De setembro a novembro: Professores: • Favorecer a manifestação dos alunos, incentivando-os a opinarem sobre as histórias ouvidas , manifestando suas idéias e sentimentos. Coordenador: • Incentivar, apoiar e orientar o planejamento de atividades de roda de leitura, antes, durante e depois da leitura. Alunos: • Vivenciar situações de leitura compartilhada e uso do cantinho de leitura da classe; • Expor preferências pessoais com o intuito de ampliar a possibilidade de as crianças avaliarem as histórias. Professores: • Selecionar textos adequados ao propósito da atividade habitual de leitura; • Permitir que as crianças apreciem e tenham acesso aos livro em diferentes momentos da rotina, tanto nas rodas de leitura quanto no cantinho da leitura; • Compartilhar informações prévias e relevantes com os alunos sobre o que será lido para melhor entendimento do texto. 8. AÇÕES NECESSÁRIAS: • Levantamento do acervo bibliográfico da escola; • Seleção de literaturas infantil e infanto juvenil; • Criação dos cantinhos ou varais de leitura nas salas de aula; • Criação das caixas ou baús da leitura; • Implantação da Ciranda de livros na escola com o sistema de empréstimos de livros na escola; • Criação de espaços em que os alunos possam estar fazendo as suas colocações a cerca dos livros lidos. 9. METODOLOGIAS: • Apresentação do projeto aos professores para articulação de idéias e ações; • Apresentação e abertura do projeto com os alunos de todas as turmas; • Contação de historias por professores; • Contação de histórias por alunos; • Contação de histórias por pessoas da comunidade local; • Leituras orais de histórias pelos professores; • Leituras de orais e silenciosas de histórias pelos alunos; • Pesquisa e leitura de histórias na internet; • Interpretações orais e escritas de histórias lidas pelos professores; • Interpretações orais e escritas de histórias lidas pelos alunos; • Estudos de vocabulários presentes nas histórias lidas pelos alunos; • Exibição de DVD e vídeos de histórias e contos de diversos gêneros; • Escuta de histórias fonadas; • Atividades de montagem de histórias ou trechos de histórias trabalhadas (fatiados); • Escrita de listas com os nomes das histórias e/ou nomes de personagens das histórias lidas; • Realização de rodas de leitura envolvendo conto e reconto (oral); • Contação de histórias usando fantoches; • Escrita e reescrita de histórias; • Complementação de histórias lacunadas; • Reflexão sobre os elementos de escrita utilizados nas produções escritas dos alunos (apoio do professor); • Ilustrações (com desenhos) de histórias lidas; • Dramatizações de histórias e contos trabalhados com os alunos; • Criação de livretos com histórias produzidas pelos alunos; • Realização do Dia D da leitura e contação de histórias, exposição dos trabalhos na escola com divulgação dos livretos produzidos. 10. CONTEÚDOS: • Leitura oral e silenciosa de diferentes gêneros textuais • Linguagem oral e escrita; • Interpretação; • Produção escrita; • Reflexão de elementos da língua escrita (textos); • Estudo do vocabulário; • Seqüência lógica: Início, meio e fim; • Coerência e coesão textual; • Pontuação. 11. RECURSOS: • Portadores textuais de diversos gêneros da literatura infantil e infanto-juvenil; fantoches; palanquinho; aparelho de TV e DVD; • Aparelhos de som, mídias de CD e DVD; caixas de leitura; cartolina, papel metro, cola, hidrocor, lápis de cor; tinta guache; papel ofício; textos impressos, etc. 12. AVALIAÇÃO: A avaliação do projeto ocorrerá durante todo o processo de seu desenvolvimento, envolvendo a observação da atuação dos professores, as atividades de produção escrita e oral, confecção de murais ilustrados, atividades de interpretação e outras atividades escritas (contos e re-contos) desenvolvidas pelos alunos bem como a atuação de pessoas da comunidade local, considerando-se ainda os avanços obtidos e demonstrados pelos alunos no decorrer e ao final do projeto. 13. SÍNTESE/CULMINÂNCIA: A síntese do projeto ocorrerá com a realização do Dia D da leitura e contação de histórias na escola, onde estará acontecendo a exposição dos trabalhos realizados pelos professores e alunos de todas as turmas e divulgação dos livretos de histórias produzidos pelos alunos contando com a participação da comunidade local. 14. BIBLIOGRAFIA: AROEIRA, M.; SOARES, M.; MENDES, R. Didática de pré-escola: vida e criança: brincar e aprender. São Paulo: FTD, 1996, p. 167. BRASÍLIA. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI). Brasília: MEC/SEF, 1998. COELHO, N. Literatura: arte, conhecimento e vida. São Paulo: Peirópolis, 2000. 159p. COELHO, N. A história da história. In: RIBEIRO, R. O Patinho Feio. São Paulo: Editora Moderna, 1995.p. 31. RUFINO, C.; GOMES, W. A importância da literatura infantil para o desenvolvimento da criança na fase da pré-escola. São José dos Campos: Univap, 1999. SAWULSKI, V. Fruição e / ou aprendizagem através da Literatura Infantil na escola.1.2002abril 2003. SILVEIRA, R. Ela ensina com amor e carinho, mas toda enfezada, danada da vida. In: Cultura, mídia e educação: Educação e Realidade, Rio Grande do Sul: v.22, n.2, jul/dez 1997 A Biblioteca Municipal Francisco Meireles inicia na próxima segunda feira PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA LEITURA E ESCRITA 1. NOME DO PROJETO: “Quem conta um conto aumenta um ponto...” 2. EIXO TEMÁTICO: Pluralidade Cultural. 3. PROBLEMÁTICA: De acordo com o diagnóstico realizado pelos professores, no 1º e 2º trimestres desse ano, a maioria dos alunos das turmas do CIN, CIR e CPA demonstraram dificuldades na leitura, interpretação e produção textual. Diagnóstico esse que possibilitou aos professores uma reflexão sobre o problema, levando-os à hipótese de que a razão das dificuldades de leitura e produção escrita estaria no pouco acesso dos alunos aos diversos gêneros textuais e em especial aos textos literários. 4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: A definição do tema desse projeto para ser desenvolvido em nossa escola se apóia no conhecimento que temos de que o trabalho com a literatura infantil e infanto juvenil pode contribuir significativamente para o desenvolvimento cognitivo das crianças, ajudando a formar leitores. Sendo assim, ao propor um trabalho com o gênero literário em sala de aula, apoiamo-nos também nas concepções de alguns estudiosos que afirmam que o trabalho com a Literatura Infantil pode certamente ajudar na valorização da criatividade, da independência e da emoção infantil, o chamado, pensamento crítico e segundo SILVEIRA (1997, p.149), "(…) e com ênfase à criança ativa, participante, não-conformista". Logo, "(…) Faz-se necessário que o professor introduza na sua prática pedagógica a literatura de cunho formativo, que contribui para o crescimento e a identificação pessoal da criança, propiciando ao aluno a percepção de diferentes resoluções de problemas, despertando a criatividade, a autonomia e a criticidade, que são elementos necessários na formação da criança em nossa sociedade atual". A Literatura Infantil, nas escolas, deve despertar o gosto pela leitura, pois "(…) a literatura pode proporcionar fruição, alegria e encanto quando trabalhada de forma significativa pelo aluno. Além disso, ela pode desenvolver a imaginação, os sentimentos, a emoção, a expressão e o movimento através de uma aprendizagem prazerosa". (SAWULSKI, 2002). Percebemos então que para desenvolver uma proposta voltada para a utilização da literatura infantil na escola é preciso ampliar a nossa percepção de que "(…) Ler não é decifrar palavras. A leitura é um processo em que o leitor realiza um trabalho ativo de construção do significado do texto, apoiando-se em diferentes estratégias, como seu conhecimento sobre o assunto, sobre o autor e de tudo o que sabe sobre a linguagem escrita e o gênero em questão". (RCNEI, 1998, p. 144). Os RCNEI sugerem que, "(...) os professores deverão organizar a sua prática de forma a promover em seus alunos: o interesse pela leitura de histórias; a familiaridade com a escrita por meio da participação em situações de contato cotidiano com livros, revistas, histórias em quadrinhos; escutar textos lidos, apreciando a leitura feita pelo professor; escolher os livros para ler e apreciar. Isto se fará possível trabalhando conteúdos que privilegiem a participação dos alunos em situações de leitura de diferentes gêneros feita pelos adultos, como contos, poemas, parlendas, trava-línguas, etc. propiciar momentos de reconto de histórias conhecidas com aproximação às características da história original no que se refere à descrição de personagens, cenários e objetos, com ou sem a ajuda do professor". RCNEI, (1998, vol.3, p. 117-159). Para Pinto (1999), "A Literatura Infantil tem um grande significado no desenvolvimento de crianças de diversas idades, onde se refletem situações emocionais, fantasias, curiosidades e enriquecimento do desenvolvimento perceptivo. Para ele a leitura de histórias influi em todos os aspectos da educação da criança: na afetividade: desperta a sensibilidade e o amor à leitura; na compreensão: desenvolve o automatismo da leitura rápida e a compreensão do texto; na inteligência: desenvolve a aprendizagem de termos e conceitos e a aprendizagem intelectual". (apud RUFINO e GOMES, 1999, p.11). COELHO explica que, "... a literatura infantil vem sendo criada, sempre atenta ao nível do leitor a que se destina... e consciente de que uma das mais fecundas fontes para a formação dos imaturos é a imaginação – espaço ideal da literatura. É pelo imaginário que o eu pode conquistar o verdadeiro conhecimento de si mesmo e do mundo em que lhe cumpre viver". COELHO (2000 p.141). Portanto considerando os fundamentos teóricos que embasam o projeto reconhecemos que, o trabalho em sala de aula com Literatura Infantil é importante sob vários aspectos biopsicosociais. Quanto ao desenvolvimento cognitivo, ela proporciona às crianças meios para desenvolver habilidades que agem como facilitadores dos processos de aprendizagem. Estas habilidades podem ser observadas no aumento do vocabulário, nas referências textuais, na interpretação de textos, na ampliação do repertório lingüístico, na reflexão, na criticidade e na criatividade. Estas habilidades propiciariam no momento de novas leituras a possibilidade do leitor fazer inferências e novas releituras, agindo, assim, como facilitadores do processo de ensino-aprendizagem não só da língua, mas também das outras disciplinas. 5. JUSTIFICATIVA: A leitura e a escrita são hoje um dos maiores desafios das escolas, visto que quando estimulada de forma criativa, possibilita a redescoberta do prazer de ler, a utilização da escrita em contextos sociais e a inserção da criança no mundo letrado. Pensando nesse contexto, o Projeto “Quem conta um conto aumenta um ponto...” torna-se necessário e viável, pois pretende fomentar a leitura, a interpretação e a produção por meio da contação de história. Com uma proposta de trabalho interdisciplinar com as literaturas infantil e infanto - juvenil, o projeto busca reunir escola e comunidade local em atividades de pesquisa e informações que contribuam para o resgate da história da comunidade, tornando o aluno a mola mestra do processo ensino aprendizagem. 6. OBJETIVOS: 6.1. OBJETIVOS GERAIS: • Estimular o prazer pela leitura, considerando a interdisciplinaridade e a atuação de toda a escola nesse processo; • Trabalhar com gêneros literários diversos, possibilitando ao alunado a aquisição de competências leitoras; • Resgatar a história de sua comunidade por meio de contos populares; • Desenvolver a reescrita de histórias e a produção textual. 6. 2. OBJETVOS ESPECÍFICOS: • Ampliar o repertório de histórias conhecidas; • Familiarizar-se com as histórias; • Construir o hábito de ouvir histórias e sentir prazer nas situações que envolvem leitura de história; • Aproximar-se do universo escrito e dos portadores de escrita(livros e revistas), manuseando-os e reparando na beleza das imagens; • Relacionar textos e ilustração, manifestando sentimentos, experiências, idéias e opiniões, definindo preferência e construindo critérios próprios para selecionar o que vão ler. • Vivenciar situações de leitura compartilhada e uso do cantinho de leitura da classe; • Contar de histórias conhecidas; • Realizar leituras orais e silenciosas de histórias; e silenciosas de histórias; • Interpretar histórias lidas; • Realizar o estudo de vocabulários presentes nas histórias lidas; • Assistir a exibição de DVD e vídeos de histórias e contos de diversos gêneros; • Escutar de histórias fonadas, lidas ou contadas pelos professores e colegas • Montar histórias ou trechos de histórias (fatiados); • Escrever listas com os nomes das histórias e/ou nomes de personagens das histórias lidas; • Participar de rodas de leitura envolvendo conto e reconto (oral); • Escrever e reescrever histórias; • Complementares histórias lacunadas; • Refletir sobre os elementos de escrita utilizados nas produções escritas (com apoio do professor); • Ilustrar (com desenhos) histórias lidas; • Dramatizar histórias e contos trabalhados; • Confeccionar livretos com histórias trabalhadas; • Participar do Dia D da leitura e contação de histórias, expondo os trabalhos produzidos. 7. CRONOGRAMA: Alunos Professores Coordenadores Diretores Alunos: De 01 de setembro a 30 de novembro • Ampliar o repertório de história conhecidas; 1ª semana de setembro: Professores: • Selecionar um acervo de livros de qualidade, adequada a cada faixa-etária, implementando o cantinho de leitura da classe; 1ª semana de setembro; • Observar a qualidade do acervo de livros e problematizar a escolha dos títulos que serão lidos às crianças; De setembro a novembro: Diretor e Coordenador: • Incentivar e garantir que o conteúdo deste projeto esteja assegurado com pauta nos encontros de formação dos professores; Alunos: • Familiarizar-se com as histórias; De setembro a novembro: Professores: • Realizar com freqüência e regularidade a leitura de diferentes histórias aos alunos. De setembro a novembro nas reuniões de AC: Diretor e Coordenador: • Orientar e apoiar o planejamento dos professores, enfocando a leitura como atividade diária na escola; Alunos: • Construir o hábito de ouvir histórias e sentir prazer nas situações que envolvem leitura de história; De setembro a novembro: • Compartilhar sobre suas impressões sobre as histórias lidas; Coordenador: • Orientar os professore na organização e utilização sistemática dos cantinhos de leitura na sala de aula; Alunos: • Aproximar-se do universo escrito e dos portadores de escrita (livros e revistas) para que possam manuseá-los , reparar na beleza das imagens, relacionar textos e ilustração, manifestando sentimentos, experiências, idéias e opiniões, definindo preferência e construindo critérios próprios para selecionar o que vão ler. De setembro a novembro: Professores: • Favorecer a manifestação dos alunos, incentivando-os a opinarem sobre as histórias ouvidas , manifestando suas idéias e sentimentos. Coordenador: • Incentivar, apoiar e orientar o planejamento de atividades de roda de leitura, antes, durante e depois da leitura. Alunos: • Vivenciar situações de leitura compartilhada e uso do cantinho de leitura da classe; • Expor preferências pessoais com o intuito de ampliar a possibilidade de as crianças avaliarem as histórias. Professores: • Selecionar textos adequados ao propósito da atividade habitual de leitura; • Permitir que as crianças apreciem e tenham acesso aos livro em diferentes momentos da rotina, tanto nas rodas de leitura quanto no cantinho da leitura; • Compartilhar informações prévias e relevantes com os alunos sobre o que será lido para melhor entendimento do texto. 8. AÇÕES NECESSÁRIAS: • Levantamento do acervo bibliográfico da escola; • Seleção de literaturas infantil e infanto juvenil; • Criação dos cantinhos ou varais de leitura nas salas de aula; • Criação das caixas ou baús da leitura; • Implantação da Ciranda de livros na escola com o sistema de empréstimos de livros na escola; • Criação de espaços em que os alunos possam estar fazendo as suas colocações a cerca dos livros lidos. 9. METODOLOGIAS: • Apresentação do projeto aos professores para articulação de idéias e ações; • Apresentação e abertura do projeto com os alunos de todas as turmas; • Contação de historias por professores; • Contação de histórias por alunos; • Contação de histórias por pessoas da comunidade local; • Leituras orais de histórias pelos professores; • Leituras de orais e silenciosas de histórias pelos alunos; • Pesquisa e leitura de histórias na internet; • Interpretações orais e escritas de histórias lidas pelos professores; • Interpretações orais e escritas de histórias lidas pelos alunos; • Estudos de vocabulários presentes nas histórias lidas pelos alunos; • Exibição de DVD e vídeos de histórias e contos de diversos gêneros; • Escuta de histórias fonadas; • Atividades de montagem de histórias ou trechos de histórias trabalhadas (fatiados); • Escrita de listas com os nomes das histórias e/ou nomes de personagens das histórias lidas; • Realização de rodas de leitura envolvendo conto e reconto (oral); • Contação de histórias usando fantoches; • Escrita e reescrita de histórias; • Complementação de histórias lacunadas; • Reflexão sobre os elementos de escrita utilizados nas produções escritas dos alunos (apoio do professor); • Ilustrações (com desenhos) de histórias lidas; • Dramatizações de histórias e contos trabalhados com os alunos; • Criação de livretos com histórias produzidas pelos alunos; • Realização do Dia D da leitura e contação de histórias, exposição dos trabalhos na escola com divulgação dos livretos produzidos. 10. CONTEÚDOS: • Leitura oral e silenciosa de diferentes gêneros textuais • Linguagem oral e escrita; • Interpretação; • Produção escrita; • Reflexão de elementos da língua escrita (textos); • Estudo do vocabulário; • Seqüência lógica: Início, meio e fim; • Coerência e coesão textual; • Pontuação. 11. RECURSOS: • Portadores textuais de diversos gêneros da literatura infantil e infanto-juvenil; fantoches; palanquinho; aparelho de TV e DVD; • Aparelhos de som, mídias de CD e DVD; caixas de leitura; cartolina, papel metro, cola, hidrocor, lápis de cor; tinta guache; papel ofício; textos impressos, etc. 12. AVALIAÇÃO: A avaliação do projeto ocorrerá durante todo o processo de seu desenvolvimento, envolvendo a observação da atuação dos professores, as atividades de produção escrita e oral, confecção de murais ilustrados, atividades de interpretação e outras atividades escritas (contos e re-contos) desenvolvidas pelos alunos bem como a atuação de pessoas da comunidade local, considerando-se ainda os avanços obtidos e demonstrados pelos alunos no decorrer e ao final do projeto. 13. SÍNTESE/CULMINÂNCIA: A síntese do projeto ocorrerá com a realização do Dia D da leitura e contação de histórias na escola, onde estará acontecendo a exposição dos trabalhos realizados pelos professores e alunos de todas as turmas e divulgação dos livretos de histórias produzidos pelos alunos contando com a participação da comunidade local. 14. BIBLIOGRAFIA: AROEIRA, M.; SOARES, M.; MENDES, R. Didática de pré-escola: vida e criança: brincar e aprender. São Paulo: FTD, 1996, p. 167. BRASÍLIA. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI). Brasília: MEC/SEF, 1998. COELHO, N. Literatura: arte, conhecimento e vida. São Paulo: Peirópolis, 2000. 159p. COELHO, N. A história da história. In: RIBEIRO, R. O Patinho Feio. São Paulo: Editora Moderna, 1995.p. 31. RUFINO, C.; GOMES, W. A importância da literatura infantil para o desenvolvimento da criança na fase da pré-escola. São José dos Campos: Univap, 1999. SAWULSKI, V. Fruição e / ou aprendizagem através da Literatura Infantil na escola.1.2002abril 2003. SILVEIRA, R. Ela ensina com amor e carinho, mas toda enfezada, danada da vida. In: Cultura, mídia e educação: Educação e Realidade, Rio Grande do Sul: v.22, n.2, jul/dez 1997 PROJETO: AFRODESCEDÊNCIA – O JEITO DE SER E DE VIVER DE DIFERENTES POVOS 1. TEMA DO PROJETO: AFRODESCEDÊNCIA – O JEITO DE SER E DE VIVER DE DIFERENTES POVOS 2. Eixos Temáticos: Pluralidade Cultural e Cidadania 3. IDENTIFICAÇÃO • NOME DA ESCOLA: Escola Iolanda Pires • LOCALIZAÇÃO: Rua do cajueiro S/Nº - Bairro Nova Ferradas – Itabuna - Bahia • ORGANIZAÇÃO: Ensino fundamental – Ciclos de Formação Humana • CLIENTELA ENVOLVIDA: Toda a comunidade escolar e comunidade local • PERÍODO DE DESENVOLVIMENTO: de Maio a Novembro de 2009 EQUIPE GESTORA: Direção: Denilda Ferreira da Silva Vice – Telma Maria Araújo Auxiliar Administrativo: Cleiton Cofessor EQUIPE PEDAGÓGICA: (COORDENADORAS): Márcia Cristina P. Cruz & Márcia Batista CORPO DOCENTE: Elba Carla S. Oliveira Elisangela de Oliveira Menezes José Damasceno dos Santos Maria Aparecida dos Santos Maria Lúcia de Santana Santos Kelly Patrícia Menezes Marques Vívian Clea M. Marques Simone Arquirisal e Santos Urania Lima Brandão Gleice Oliveira EQUIPE DE APOIO: Portaria : Cristiano Santos Sampaio Serviços Gerais: • Edmilson Silva Santos • Euzania Lima dos Santos • Mirian Santos Aguiar • Rosangela Silva Santos 4. JUSTIFICATIVA Diante da publicação da Lei nº 10.639/2003, o Conselho Nacional de Educação aprovou o Parecer CNE/CP 3/2004, que institui as Diretrizes Curriculares para a Educação das Relações Étnico-Raciais e o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira a serem executadas pelos estabelecimentos de ensino de diferentes níveis e modalidades, cabendo aos sistemas de ensino, no âmbito de sua jurisdição, orientar e promover a formação de professores e professoras e supervisionar o cumprimento das Diretrizes. Além das exigências legais, a obrigatoriedade de inclusão de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana e indígena nos currículos da Educação Básica não trata-se apenas de decisão política, com fortes repercussões pedagógicas, inclusive na formação de professores. Mas, com essa medida, reconhece-se que, além de garantir vagas para negros e índios nos bancos escolares, é preciso valorizar devidamente a história e cultura de seus povos, buscando reparar danos que se repetem há cinco séculos, as suas identidades e a direitos seus. A relevância do estudo de temas decorrentes da história e cultura afro-brasileira africana e indígena não se restringe à população negra e índia ao contrário diz respeito a todos os brasileiros, uma vez que devem educar-se enquanto cidadãos atuantes no seio de uma sociedade multicultural e pluriétnica, tornando-se capazes de construir uma nação democrática. Nesta perspectiva, cabe às escolas incluir no contexto dos estudos atividades que proporcionam diariamente, também as contribuições histórico-culturais dos povos indígenas e dos descendentes de asiáticos, além das de raiz africana e européia. Assim, sendo a escola, um espaço privilegiado de inclusão, reconhecimento e combate às relações preconceituosas e discriminatórias e de apropriação de saberes e desconstrução das hierarquias entre as culturas, justifica-se a implementação e desenvolvimento desse projeto como uma das muitas oportunidades de firmação do caráter multirracial e pluriétnico da sociedade brasileira, visando o reconhecimento e resgate da história e cultura afro-brasileira e africana e indígena como condição para a construção da identidade étnico-racial de nossos alunos dentro e fora do espaço escolar. 5. OBJETIVOS: 5.1. OBJETVO GERAL:  Reconhecer e resgatar a história e cultura afro-brasileira africana e indígena como condição básica para a construção da nossa identidade étnico-racial. 5.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:  Socializar e visualizar a cultura negro-africana e indígena na escola;  Valorizar as identidades presentes nas escolas;  Promover o reconhecimento e combate às relações e preconceituosas e discriminatórias;  Propiciar a apropriação de saberes e desconstrução das hierarquias entre as culturas.  Afirmar o caráter multirracial e pluriétnico da sociedade brasileira. 6. ABORDAGEM DOS CONTEÚDOS POR ÁREAS (MULTIDISCIPLINAR) AREA DE EXPRESSÃO • Cultura – conceito; • Contribuições dos diferentes povos para a formação da cultura brasileira; • Mitos e contos de assombração, lendas, histórias, contos, “causos”, cordéis e tradições orais do povo negro e indigena • Provérbios africanos; • Estudando o vocabulário africano e indígena na língua brasileira (leitura oral das palavras, pesquisa no dicionário dos significados das palavras); • Produção de frases com as palavras em estudo; • Observação e interpretação de gravura de obra de Cândido Portinari (representando o trabalho dos negros nos cafezais); • Leitura e interpretação do texto:Poema : Terra de negros, Depoimento – Memória de um ex- escravo; • Leitura e interpretação do texto : Brasil Negro; • Estudo do poema Navio Negreiro; • Leitura e interpretação de músicas afro • Leitura e interpretação da poesia: Irene no céu de Manoel Bandeiras; • Conceitos : cultura, raça, preconceito, discriminação, igualdade; • Leituras de cordéis e lendas africanas; • Leitura e interpretação da música Alagada - Pára-lamas do sucesso; • Leitura e interpretação da poesia: Irene no céu de Manoel Bandeiras; • Conceitos: cultura, raça, preconceito, discriminação, igualdade; • Leitura e compreensão do texto: Oração da menina preta; atividades de gramática, vocabulário e ortografia relacionadas com os textos; • Estudo da Biografia da princesa Isabel de Zumbi dos Palmares – O guerreiro da liberdade; • Estudo sobre as denominações étnicas; • Produções escritas (elaboração de resumos e sínteses). • Discussão de conceitos: cultura, raça, preconceito, discriminação, igualdade; 2. A arte do povo brasileiro – expressões artísticas; • Festas e folguedos do povo brasileiro; • O jeito próprio de ser , de viver e pensar dos povos negros e indígenas manifestado no dia- á- dia, quanto em celebrações e práticas religiosas, maracatus, roda de samba, capoeira, entre outras; • Artes plásticas; literatura, pintura corporal; indumentárias/ vestuários; utensílios; decoração de moradias; culinárias; música, dança. Teatro, festas, jogos, brincadeiras e brinquedos; • - Instrumentos musicais africanos e indígenas CIÊNCIAS SOCIAIS • História da África e da ancestralidade e religiosidade africanas; • Trajetória do povo negro no Brasil: • Participação dos africanos e índios e de seus descendentes em episódios da historiado Brasil, na construção econômica, social e cultural da nação; • atuação dos negros em diferentes áreas do conhecimento, de atuação profissional, de criação tecnológica e artística, de luta social (tais: como Zumbi, Luiza, Gilberto Gil , professor Milton santos e outros); • A história da escravidão no Brasil; • Africanos trazidos para o Brasil; • Movimentos Abolicionistas: - Leis que conduziram à libertação dos escravos - O fim do escravagismo. • Datas Significativas da Região Nordeste – Relacionadas com a história dos negros e índios: - O 21 de Março – Dia Nacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial; - 19 de abril; - O 13 de Maio – Dia da Denúncia contra o Racismo; - O 20 de Novembro – Dia nacional da Consciência Negra. • O que a Lei diz sobre a prática do racismo no Brasil. • Independência da Bahia – Movimentos e processo. • Povos nativos Pré - colombianos, em geral e na América Latina: • trajetórias das etnias no Brasil; • África - Continente Africano no panorama mundial; • Trajetória do povo negro no Brasil: • áreas de ocupação e áreas de maior influência cultural do povo negro e indígena no Brasil; • Organizações indígenas no Brasil e na Bahia; - Organizações Negras: • A História dos Quilombos: • (A quilombagem -quilombo ou mocambo) – Principais quilombos brasileiros: A República do Palmares - Quilombo do Palmares, Quilombo do rio das Rãs e outros; • Remanescentes dos quilombos que tem contribuído para o desenvolvimento de comunidades, bairros, localidades. Municípios, regiões e estados; CIÊNCIAS DA NATUREZA E MATEMÁTICA • Princípios alimentares do povo negro e indígena: pesquisa sobre os alimentos de origem africana e indígena: O que é ? Como são preparados ? (tradições culinárias dos negros e índios – presentes na culinária brasileira e baiana); • Esses alimentos e a saúde; • Preparação do corpo para práticas sócio culturais; • Tratamento de saúde utilizado pelos negros e índios (chás e ervas medicinais) – pesquisa – painel e/ou álbum ilustrados; • Construção de maquetes retratando áreas e construções indígenas e negras. • Trabalhar com medidas de receitas da culinária africana e indígena; 7. METODOLOGIAS • Leituras e interpretação de textos de diversos gêneros; • Leituras e interpretações de gravuras; • Estudos de vocabulários; • Escritas, reescritas e complementações de textos; • Pesquisas de campo; • Pesquisas bibliográficas; • Exibição de DVDs relacionados; • Interpretações de filmes; • Dramatizações; • Recortes e colagens; • Desenhos e pinturas; • Confecção de cartazes e murais ilustrativos; • Confecções de maquetes; • Confecção de brinquedos; • Exercícios orais e escritos; • Realização de palestras; • Criação e apresentação de números artísticos. 8. RECURSOS 8. 1. HUMANOS: clientela escolar e comunidade local. 8. 2. MATERIAIS: Todos os recursos necessários ao desenvolvimento do projeto disponíveis na unidade escolar ou providenciados na comunidade local. 9. AVALIAÇÃO Contínua e durante todo o processo de desenvolvimento do projeto, observando-se principalmente o grau de participação e envolvimento de todos os membros da comunidade escolar, nas atividades do projeto. 10. CULMINÂNCIA O projeto culminará com a realização da I MOSTRA CULTURAL intitulada: AFRODESCENDÊNCIA NA ESCOLA: O jeito de ser e de viver de DIFERENTES POVOS! 11. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Almanaque Pedagógico Afrobrasileiro, Rosa Margarida de Carvalho Rocha, 167 págs., Ed. Mazza Fonte: estudos e pesquisas de Benilda Regina Paiva de Brito e Fúlvia Rosemberg História do Negro Brasileiro / Clóvis Moura - São Paulo: Editora Ática S.A., 1992 Imagem publicada em Brasil Revisitado: palavras e imagens / Carlos Guilherme Mota, Adriana Lopez. - São Paulo: Editora Rios, 1989. De acordo com o IDEB do município, foi diagnosticado a deficiencia na interpretação de problemas matemáticos e cálculos dos nossos alunos. Diante desta situação o corpo docente juntamente com a equipe pedagógica da escola, elaboraram um plano de intervenção de conhecimento logico /matemático que foi executado a partir do 4º bimestre no ano de 2008, visando sanar tais deficiencias citadas acima, sendo um trabalho interdisciplinar envolvendo todos os conteudos e profissionais da educação. Com o objetivo de desenvolver e incentivar hábitos e gosto pela matemática de forma criantiva e prazerosa, de forma que os alunos consiguissem vencer as deficiência encontradas pelo IDEB em leitura e escrita. As ações elaboradas foram, oficinas de bingo e mercadinho, confecções de jogos educativos pelo próprio aluno. Ao incentivar o gosto pela matemática, desenvolver o raciocínio lógico, promover oficinas de jogos matemáticos, despertar a curiosidade e interpretação de problemas matematicos, implatamos no aluno o desejo de desvendar os mistérios da metemática. (18) o projeto ‘Leitura na Praça’. A data marca a passagem do Dia Nacional da Literatura Infantil, em homenagem ao nascimento do escritor brasileiro Monteiro Lobato, considerado o criador da literatura infantil no Brasil. O evento será realizado na praça João Nicoleti, em frente à biblioteca pública, das 9h às 17h. O evento terá continuidade na terça-feira. A programação do ‘Leitura na Praça’ inclui uma exposição de literatura infantil, narração de histórias, a brincadeira “quem canta um conto aumenta um ponto”, sorteio de livros, teatro de marionetes, mostra de utensílios indígenas e distribuição de refrigerantes e pipocas para os alunos das escolas que agendarem participação no evento. Ana Maria da Rocha informa que o Leitura na Praça é aberto ao público, mas preparado especialmente para atender crianças e adolescentes. “É muito importante despertar nessa faixa etária o gosto pela leitura e a busca do conhecimento através da literatura infantil”, comenta a diretora da biblioteca, Ana Maria da Rocha. Monteiro Lobato Monteiro Lobato nasceu no dia 18 de abril de 1882 e faleceu em quatro de junho de 1948, com 66 anos de idade. Sua obra mais famosa é o Sítio do Pica-Pau Amarelo. Em 2002, por meio da Lei nº 10.402, foi instituído 18 de abril como Dia da Literatura Infantil em homenagem ao escritor. PROJETO ANUAL DE LEITURA E ESCRITA PROJETO: LEITURA E ESCRITA PÚBLICO ALVO: ALUNOS DO 1º AO 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DURAÇÃO: O ANO TODO ELABORAÇÃO: MARIA DAS GRAÇAS DUTRA DE OLIVEIRA EXECUÇÃO: PROFESSORES DO 1º AO 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAl JUSTIFICATIVA A importância da leitura, para o bom desenvolvimento do aluno é um fato inquestionável. Sabendo-se do papel fundamental da escola que é “formar um cidadão consciente e crítico, sujeito e agente transformador do mundo”, surge à necessidade de desenvolver este projeto, a fim de que os alunos possam superar as constantes e reais dificuldades relacionadas à leitura e à escrita. Busca-se, assim, desenvolver um hábito de leitura constante, que certamente favorecerá a expressão escrita do estudante, fazendo- o compreender o contexto social no qual encontra-se inserido e influenciando-o na transformação de um mundo melhor. Uma prática constante de leitura na escola pressupõe o trabalho com a diversidade de objetivos, modalidades de textos que caracterizam as práticas de leitura de fato. Se o objetivo é formar bons leitores temos a obrigação de proporcionar oportunidades destes alunos interagirem significativamente com os textos. Para fazer acontecer e fluir este conhecimento depende do empenho de você professor, pois é você que está diretamente ligado ao aluno, seja um grande incentivador através de suas estratégias para despertar no aluno o prazer e o gosto pela leitura. OBJETIVO GERAL Desenvolver no aluno o gosto pela leitura e escrita, através de constantes visitas à sala de leitura, leituras diárias de livros didáticos e paradidáticos, jornais, revistas e de outras modalidades, estimulando também a criação de textos formalmente organizados, favorecendo assim um bom desempenho na expressão escrita do aluno. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Estimular o aluno à leitura e à escrita. • Narrar e debater os textos oralmente. • Familiarizar o aluno com as diversas modalidades de textos. • Produzir textos orais coletivamente. • Diferenciar textos literários de informativos. • Construir oralmente a história contada pelo colega. • Produzir textos escritos individualmente. • Ampliar o vocabulário. • Minimizar erros ortográficos e de concordância. • Envolver os alunos nas dinâmicas do projeto, de modo a serem eles mesmos os autores de poesias, contos, crônicas e outros gêneros literários, transformando-os em leitores de seus próprios textos. • Utilizar a linguagem oral e escrita explorando a riqueza dos contos de fadas, das fábulas e lendas. • Estimular a fantasia, a imaginação e a sensibilidade através das histórias. • Resgatar a importância do “contar histórias”, no contexto familiar. • Desenvolver a concentração, a criatividade e o conhecimento. ESTRATÉGIAS • Fazer diariamente uma leitura compartilhada. • Visitas constantes a sala de leitura com retirada de livros para leitura. • Obedecer semanalmente ao cronograma da sala de leitura e ao projeto dos mediadores de leitura. • Leitura e debate de assuntos atuais extraídos de revistas, jornais, e-mail, etc. • Apresentação, pelos alunos, da vida e obra de um autor, antecipadamente escolhido. • Pesquisas – Vidas e obra do autor. • Lançamento do livro de cada turma, com a participação dos pais e da comunidade. • Solicitar que os alunos dêem novo final ou um outro inicio à história lida. • Organizar roda de leitores. • Dramatizações de histórias conhecidas, onde as crianças sejam as personagens. • Oficinas de leituras e produção de textos. • Organizar um baú de leituras e sensibilizar os alunos com a apresentação dos textos, lendo com eles e convidando-os a fazerem leituras individuais ou compartilhadas. • Identificação de valores encontrados nas personagens das histórias. • Elaborar um novo final, diferente do original. • Escrita de bilhetes com dicas sobre as histórias trabalhadas. AVALIAÇÃO A avaliação deverá se processar da forma mais natural possível, através de conversação diária, da observação de mudanças de atitudes e nos registros da rotina de atividades vivenciadas. Assim procedendo, poderemos verificar a capacidade e o potencial dos alunos, suas dificuldades e seus limites, interferindo sempre que precisem de ajuda. Nessa interação, poderemos descobrir que tipos de leitura agradam mais: se o aluno consegue construir o significado do texto; se é capaz de perceber emoções expressas pelos autores; se após suas leituras, estabelecem diálogos e trocam informações; se mantêm interesse pelo projeto; se há necessidade de mudanças de estratégias. O ato de avaliar é continuo, e continuas deverão ser dinâmicas de acompanhamento de todos os envolvidos na vivência deste projeto. - Apresentação Aqui serão apresentadas as formas como trabalhar com o EJA, levando em consideração seus interesses, experiências, temores, saber suas opiniões, raciocínio, seus sentimentos e emoções. O planejamento será distribuído por área de conhecimento para melhor desenvolvimento do trabalho, não sendo necessariamente um método para se trabalhar, podendo o professor utilizar a globalização das áreas do conhecimento, não sendo necessário a separação. LÍNGUA PORTUGUESA 2 - Objetivos Gerais • Criar condições para que o aluno desenvolva sua competência comunicativa, discursiva, sua capacidade de utilizar a língua de modo variado e adequado ao contexto, às diferentes situações sociais, interessando – se em ampliar seus recursos expressivos, seu domínio da língua padrão em suas modalidades oral e escrita. • Fortalecer nos jovens e adultos a importância de saber ouvir o outro, desenvolvendo o respeito mútuo e desenvolver sua capacidade de interação. 3 - Objetivos Específicos • Inserir o jovem e o adulto no contexto da sociedade, valorizando sua cultura e seu conhecimento. • Alfabetizar priorizando o método fonético e incluindo outros métodos (letramento, global, silábico etc.) • Trabalhar a expressão oral desenvolvendo habilidades para emitir opiniões, com clareza. • Desenvolver capacidades mínimas de inserção na sociedade, eliminando discriminações e desenvolvendo capacidades de uso diário como: • Saber fazer uso de seus direitos e também conhecendo os seus deveres • Conhecer e distinguir e saber usar diferentes textos de uso cotidiano. • Trabalhar diversos tipos de textos, diferentes linguagens e diversos tipos de leitura. LEITURA E ESCRITA • Alfabeto maiúsculo e minúsculo; • Emprego adequado de letras; • Montagem de palavras, sentenças e textos; • Identificação de idéias básica do texto; • Sílabas, fonemas e grafemos; • Produção de textos; • Interpretação de texto; • Comparação e diferenciação de escritas diversas; • Exploração de material escrito: nomes, rótulos, textos, propagandas etc; • Identificar poesia, propaganda e textos; • Produzir pequenos como : anúncio, bilhete e cartas; LINGUAGEM ORAL, VERBAL E NÃO – VERBAL. • Relato de histórias ouvidas, casos, poemas e reprodução oral de textos diversos (informativos publicitários e poéticos); • Relato de filmes, reportagens e causos; • Mímica, dança e atividades lúdica; • Localização e identificação de rimas; • Leitura e análise de texto informativo e poético; • Verbalização de opiniões e comentários. GRAMÁTICA • Ortografia; • Partição Silábica; • Tonicidade; • Ordem alfabética; • Alfabeto móvel; • Jogos: caça-palavras, adivinhações com letras e sílabas, ditado de sílabas ou • Palavras etc; • Pesquisa de palavras, sílabas e gravuras. (jornais, revistas e rótulos) • Quadras e poesias; • Classes de palavras: substantivos, adjetivos, verbos, advérbios, artigos, numeral, pronomes,etc. METODOLOGIA • Trabalhar o alfabeto móvel, letras de imprensa e manuscrita e acrósticos; • O aluno deverá montar nomes que tenham significado para ele (o seu nome, o das alfabeto móvel deverá estar sempre presente, para conscientização de letra e/ ou interiorização da escrita convencional; • Leitura de diversos tipos de textos; • A leitura de rótulos, propaganda, bulas, receita, contas de água e luz marcas de produtos para conscientização das letras; • Textos informativos, expositivos e prescritivos. • Ortografia; • Achar palavras dentro de outra; • Ilustrar poemas e dramatiza – los; • Ensinar sílabas e palavras através de: adivinha, trava – línguas, rimas etc; • O trabalho com rimas facilitará a relação som-letra; • Leitura silenciosa, em voz alta ou pelo professor; • Debate conversa informal, desenvolvendo assim habilidades de comunicação; • Palavras formadoras do esquema silábico (consoante + vogal); • Distinção entre vogal e consoante. • Identificação de versos e estrofes; • Localização e identificação de rima; • Atividades que envolvam classes de palavras. MATEMÁTICA 4 – Objetivos Gerais • Dominar conceitos e procedimentos da matemática necessários a sua vida pessoal, social e profissional. • Fazer uso da matemática em situações de seu cotidiano, em seu meio e nas suas necessidades. 5 – Objetivos Específicos • Trabalhar a importância da matemática para solucionar problemas que envolvam somar, subtrair, multiplicar e dividir. • Ler e registrar quantias. • Realizar troco em situações reais, usando o processo aditivo, subtrativo e situações problemas; por escrito e oralmente. • Efetuar operações cujos termos são quantias em dinheiro. • Reconhecer o valor social das unidades de medidas padronizadas e utiliza – las adequadamente. • Trabalhar números cardinais, ordinais e romanos; por extenso e algarismos. • Trabalhar dezenas, centenas e unidades. • Utilizar os números pares e ímpares; sabendo distingui – los. • Promover cálculo mental e estimativo. • Familiarizar com formas e propriedades geométricas simples. • Agrupar quantidades conforme as regras do sistema de numeração decimal • Estabelecer relações entre as operações. • Ler, interpretar e escrever as unidades de medidas. • Trabalhar conjuntos. • Promover atividades que envolva o sistema monetário brasileiro. METODOLOGIA • Escrevendo os números em ordem crescente e decrescente; • Utilização do número (aspecto funcional) em situações do cotidiano; • Resolução de problemas que envolvam as quatro operações; • Trabalhar com cálculos com o conhecimento que os alunos já possuem, favorecendo a troca de opiniões e sugestões dos alunos; • Incentivar a criação de novos procedimentos pessoais de cálculo; • Usar jogos, revistas, fichas, atividades etc; para a fixação das aprendizagens; • Usar calendário para fixação de numerais, meses e ano; • Usar dobraduras e outras artes para a aprendizagem da geometria; • Utilizar o livro didático com suas atividades. • Exercícios no quadro e atividades mimeografadas. • Utilizar fichas com numerais cardinais, ordinais e romanos; em números e • por extenso. • Trabalhar com outras formas de fixação de atividades como: jogos com numerais, tabelas, quadro valor de lugar etc. GEOGRAFIA 6 – Objetivos Gerais • Identificar as diferenças entre o Urbano e o Rural; • Conhecer e distinguir a história e a geografia do município, do estado e do país; • Construir conceitos de cidadania a partir da realidade local articulando política, cultura, quentões sociais e meio ambiente; • Conhecer a formação do povo brasileiro; • Entender as leis, como: Leis trabalhistas, Constituição Federal, Estatuto do Idoso etc. 7 – Objetivos Específicos • Conhecer a trajetória política brasileira desde a chegada dos portugueses até nossos dias; • Identificar os vários momentos pelos quais perpassa a história e a importância desses momentos ontem e hoje; • Conhecer e identificar as características de lugar em que vivem; • Conhecer a formação de um bairro como espaço geográfico e histórico; • Compreender as leis que regem o país; • Refletir e entender os problemas relativos ao trabalho individual e o coletivo; • Preocupar – se com os problemas sociais e procurar melhora – los; • Entender e saber utilizar os meios de comunicação necessários ao conhecimento e busca de informação; • Conhecer e identificar o Brasil e suas regiões; • Ter noções do relevo do Brasil, clima e vegetação. METODOLOGIA • Usar em sala de aula: mapas, Atlas e globo terrestre; • Trabalhos com informação através de: revistas, jornais, informática e leis; • Usar atividades mimeografadas e o livro didático; • Uso da biblioteca para pesquisa; • Uso do quadro e caderno; • Trabalhar com palestras e debates. CIÊNCIAS 8 - Objetivos Gerais • Conhecer o nosso sistema solar, o nosso planeta, os seres vivos, corpo humano, doenças provocadas por vírus, métodos contraceptivos, doenças sexualmente transmissíveis. • Entender e preservar animais ameaçados de extinção, desnutrição, formas de energia, primeiros socorros, poluição no planeta, sistema reprodutor masculino e feminino, sistemas respiratório, circulatório, digestivo, glandular e nervoso. 9 – Objetivos Específicos • Aprender sobre o nosso universo e o nosso planeta, tendo noções do movimento de translação e a força da gravidade. • Compreender a importância da preservação da água do ar e solo, entendendo como forma de sobrevivência humana. • Conhecer os animais vertebrados e invertebrados, partes da planta, a importância das plantas. • Localizar no corpo humano os seus órgãos, o sistema muscular, sistema esquelético, os agentes causadores de doenças. • Ter conhecimento de métodos contra conceptivo como: Tabelinha ou calendário, Temperatura, muco cervical ou esterilização. • Aprender sobre preservativo masculino e feminino, diu, diafragma, espermicidas, pílula, pílula do dia seguinte e coito interrompido. • Saber sobre Aids, formas de transmissão e como evitar. • Conhecer as formas de energia, como cuidar do lixo, material reciclável. • Aprender sobre a cadeia alimentar, animais ameaçados de extinção, seguranças no trabalho, primeiros socorros. • Respeitar o corpo evitando drogas: como o hábito de beber e fumar, as doenças que causam as drogas.. • Trabalhar sobre a fecundação, genética, sistema digestivo e sistema nervoso. METODOLOGIA • Trabalhos em sala de aula com: vídeos, revistas, cartazes, debates, palestras e atividades com profissionais da saúde. • Trabalhos com experimentos e pesquisa.. • Uso do caderno, livro didático e atividades mimeografadas. ARTES 10 – Objetivo Geral • Desenvolver a criatividade e o espírito de colaboração entre os alunos no desenvolvimento das atividades propostas. 11 – Objetivos Específicos • Aprender a utilizar a criatividade no desenho, artesanato e pintura. • Utilizar as datas comemorativas na aplicação com trabalhos artísticos. • Conhecer as habilidades de cada aluno e utilizar essas habilidades. METODOLOGIA • Trabalhos em sala de aula ou fora dela, dependendo do assunto tratado. • Trabalhos com desenhos, figuras, revistas, tinta, sucata etc. • Utilizar outros meios dependendo das habilidades dos alunos. AVALIAÇÃO “Avaliar a aprendizagem implica avaliar também o ensino oferecido” ( PCN –p.94) A avaliação de modo geral deve servir para duas finalidades básicas: apresentar aos alunos seus avanços, dificuldades no processo ensino-aprendizagem e fornecer subsídios que possibilitem ao professor analisar sua prática em sala de aula. Assim, o professor, além de observar em que medida e com que diversidade os objetivos foram alcançados, pode planejar e decidir se é preciso intervir ou modificar as atividades que vem propondo. A avaliação, entendida como constitutiva da prática educativa, não pode estar ancorada em momentos específicos ou entendida como documento burocrático do rendimento dos alunos. Por isso, deve ser contínua, diagnóstica e dialógica. Contínua por que deve ocorrer em todo o processo ensino-aprendizagem; diagnóstica porque tem como finalidade, detectar dificuldades que possam gerar ajustes ou mudanças da prática educativa; dialógica, porque não se aplica apenas aos alunos, mas ao ensino que se oferece. Por esse motivo a avaliação é um processo que envolve toda a escola, de acordo com a proposta pedagógica elaborada pela comunidade escolar LEITURA: OBJETO DE APRENDIZAGEM. OBJETIVO GERAL: Envolver ativamente alunos e professores na tarefa de tornar a leitura um hábito constante e educativo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: