Viajando No Mundo dos Contos de Fada

Viajando No Mundo dos Contos de Fada

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

AS ATRIBUIÇÕES DO SUPERVISOR EDUCACIONAL

                    AS  ATRIBUIÇÕES DO SUPERVISOR EDUCACIONAL

·         Assessorar e acompanhar professores no planejamento, na metodologia e na avaliação do processo de ensino.

·         Promover estudos e atividades de formação, buscando a qualidade da prática pedagógica.

·         Elaborar, coordenar e desenvolver projetos pedagógicos junto a Rede Municipal de Ensino.

·         Elaborar e operacionalizar Programas de Formação Continuada e de Capacitação em Serviço para profissionais da educação;

·         Estabelecer diretrizes para as reuniões de Conselho de Classe,  oferecendo subsídios para analise das dificuldades de aprendizagem apresentadas por determinadas classes;

·         Acompanhar o processo de recuperação dos alunos analisando os resultados com a equipe escolar, propondo soluções em relação aos problemas encontrados;

·         Orientar a elaboração de gráficos de aproveitamento afim de analisar padrões de desempenho dos alunos. Viabilizando estratégias para solução de problemas de desempenho insuficiente dos alunos;

·         Supervisionar o cumprimento dos dias letivos e horas/aula estabelecidas.

·         Coordenar o processo de construção coletiva e execução da Proposta Pedagógica,dos planos de estudos e dos Regimentos escolares.

·         Elaborar  sua Proposta de trabalho  ter objetivos definidos

·         Promover ações que objetivem a articulação dos  educadores com as famílias e a comunidade, criando processos de integração com a escola.

                                                      A porta assustadora
. . Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto. . Cada vez que fazia prisioneiros, não os matava, levava-os a uma sala, que tinha um grupo de arqueiros em um canto e uma imensa porta de ferro do outro, na qual haviam gravadas figuras de caveiras cobertas de sangue.
. . Nesta sala ele os fazia ficar em círculo, e então dizia: "Vocês podem escolher, morrer flechados por meus arqueiros, ou passarem por aquela porta e, por mim, lá serem trancados".
. . Todos os que por ali passaram, escolhiam serem mortos pelos arqueiros.
. . Ao término da guerra, um soldado que por muito tempo servira o rei,disse-lhe:
. . - Senhor, posso lhe fazer uma pergunta ?
. . - Diga, soldado.
. . - O que havia por de trás de assustadora porta ?
. . - Vá e veja.
. . O soldado então a abre vagarosamente, e percebe que a medida que o faz, raios de sol vão entrando e clareando o ambiente, até que totalmente aberta, vê que a porta leva a um caminho que conduz à liberdade.
. . O soldado admirado apenas olha seu rei que diz:
. . - Eu dava a eles a escolha, mas preferiram morrer a arriscar abrir esta porta.
. . - Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar ?
. . - Quantas vezes perdemos a liberdade e morremos por dentro, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos ?

CINCO BOLAS

Atitude é tudo
       João era o tipo do cara que você gostaria de conhecer. Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer. Quando alguém lhe perguntava como ele estava, resposta seria algo:Se melhorar estraga.Ele era um gerente especial pois seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. Ele era um motivador nato. Se um colaborador estava tendo um dia ruim, João estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação. Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:
.   Você não pode ser uma pessoa tão positiva todo o tempo. Como você faz isso? Ele me respondeu:A cada manhã ao acordar digo para mim mesmo, João, você tem duas escolhas hoje. Pode ficar de bom humor ou de mau humor. Eu escolho ficar de bom humor. Cada vez que algo de ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido. Eu escolho aprender algo.Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida. Certo, mas não é fácil, argumentei.
      É fácil, disse-me João. A vida é feita de escolhas. Quando você examina a fundo, toda a situação sempre há uma escolha.Você escolhe como reagir às situações. Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor. É sua a escolha de como viver a sua vida. Eu pensei sobre o que João disse, e sempre lembrava dele quando fazia uma escolha. Anos mais tarde soube que João cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã, foi rendido por assaltantes. Dominado, enquanto tentava abrir o cofre, sua mão, tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo. Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele. Por sorte ele foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital. Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas em seu corpo. Encontrei João mais ou menos por acaso. Quando lhe perguntei como estava, respondeu:
. . . . - Se melhorar estraga. Contou-me o que havia acontecido perguntando:
. . . . - Quer ver minhas cicatrizes? Recusei ver seus antigos ferimentos mas perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do assalto.A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de trás, respondeu. Então deitado no chão, ensangüentado, lembrei que tinha duas escolhas: poderia viver ou morrer. Escolhi viver.Você não estava com medo?, perguntei. Os paramédicos foram ótimos. Eles me diziam que tudo ia dar certo e que eu ia ficar bom. Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado. Em seus lábios eu lia: "esse ai já era". Decidi então que tinha que fazer algo.
. . . . - O que fez?, perguntei.. - Bem, havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas.
. . . . Perguntou-me se eu era alérgico a alguma coisa. . Eu respondi: "sim".
. . . . Todos pararam para ouvir a minha resposta: Tomei fôlego e gritei:
"Sou alérgico a balas!" ·Entre as risadas lhes disse:
"Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não morto." ·João sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas também graças a sua atitude.
. . . . Aprendi que todo dia temos a opção de viver plenamente. Afinal de contas, "ATITUDE É TUDO

   Autor desconhecido
                    
                         A FÁBULA DA CONVIVÊNCIA
      Durante uma era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos por não se adaptarem às condições do clima hostil.
     Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, ajuntar-se mais e mais.Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro.
     E todos juntos, bem unidos, aqueciam-se mutuamente naquele inverno tenebroso.Porém, vida ingrata, espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte.E afastaram-se feridos, magoados e sofridos.Dispersaram-se, por não suportarem por mais tempo os espinhos de seus semelhantes.Doíam muito...
       Mas essa não foi a melhor solução. Afastados, separados, logo começaram a morrer congelados.Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com preocupações, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos recíprocos .Assim, suportaram-se resistindo à longa era glacial. Sobreviveram!

      Autor Desconhecido
                                                        Moral da história para sua vida prática:

  É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio! É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar! É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração! É fácil apertar as mãos, difícil é reter o calor! É fácil conviver com pessoas, difícil é formar uma equipe! Para sermos uma equipe, "precisamos descobrir a alegria de conviver.O melhor do relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro, e admirar suas qualidades
       É fácil trocar as palavras rudes e que magoam por outras que dizem a mesma coisa sem ofender ninguém. Pense duas vezes antes de criticar alguém, seja cauteloso e ganhe em relacionamento.

    Colabore com seus colegas, em vez de passar dias trabalhando lado a lado, veja o quanto pode ser vantajoso unir forças e buscar um objetivo comum.  E lembre-se: apertar as mãos como forma de agradecimento não basta. Faça com que seu colega perceba o quanto você está grato e o quanto essa contribuição o ajudou. Tenha certeza, você terá um amigo com quem poderá contar sempre.
                                    
                                           Fábula da convivência
   Há milhões de anos, durante uma era glacial, quando parte de nosso planeta esteve coberto por grandes camadas de gelo, muitos animais, não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições.  Foi, então, que uma grande quantidade de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, juntar-se mais e mais.
    Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, agasalhavam uns aos outros, aqueciam-se mutuamente, enfrentando por mais tempo aquele frio rigoroso.
   Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se, feridos, magoados, sofridos. Dispersaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...
    Mas essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer de frio, congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com cuidado, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos e dores uns nos outros.  Assim, suportaram-se, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram.

É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio!
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o calor!
É fácil conviver com pessoas, difícil é formar uma equipe!

(Autor desconhecido)

Justificativa

Justificativa


     A família e a escola formam uma equipe. É fundamental que ambas sigam os mesmos princípios e critérios, bem como a mesma direção em relação aos objetivos que desejam atingir. Ressalta-se que mesmo tendo objetivos em comum, cada uma deve fazer sua parte para que atinja o caminho do sucesso, que visa conduzir crianças e jovens a um futuro melhor. O ideal é que família e escola tracem as mesmas metas de forma simultânea, propiciando ao aluno uma segurança na aprendizagem de forma que venha criar cidadãos críticos capazes de enfrentar a complexidade de situações que surgem na sociedade. Existem diversas contribuições que tanto a família quanto a escola podem oferecer, propiciando o desenvolvimento pleno respectivamente dos seus filhos e dos seus alunos. Alguns critérios devem ser considerados como prioridade para ambas as partes. Como sugestões seguem abaixo alguns  deles                                   

Família

• Selecionar a escola baseado em critérios que lhe garanta a confiança da forma como a escola procede diante de situações importantes;

• Dialogar com o filho o conteúdo que está vivenciando na escola;

• Cumprir as regras estabelecidas pela escola de forma consciente e espontânea;

• Deixar o filho a resolver por si só determinados problemas que venham a surgir no ambiente escolar, em especial na questão de socialização;

• Valorizar o contato com a escola, principalmente nas reuniões e entrega de resultados, podendo se informar das dificuldades apresentadas pelo seu filho, bem como seu desempenho.

Escola

• Cumprir a proposta pedagógica apresentada para os pais, sendo coerente nos procedimentos e atitudes do dia-a-dia;

• Propiciar ao aluno liberdade para manifestar-se na comunidade escolar, de forma que seja considerado como elemento principal do processo educativo;

• Receber os pais com prazer, marcando reuniões periódicas, esclarecendo o desempenho do aluno e principalmente exercendo o papel de orientadora mediante as possíveis situações que possam vir a necessitar de ajuda;

• Abrir as portas da escola para os pais, fazendo com que eles se sintam à vontade para participar de atividades culturais, esportivas, entre outras que a escola oferecer, aproximando o contato entre família-escola;

• É de extrema importância que a escola mantenha professores e recursos atualizados, propiciando uma boa administração de forma que ofereça um ensino de qualidade para seus alunos.

A parceria da família com a escola sempre será fundamental para o sucesso da educação de todo indivíduo. Portanto, pais e educadores necessitam ser grandes e fiéis companheiros nessa nobre caminhada da formação educacional do ser humano.

                                                       

A VIAGEM
Objetivos:

Levantar as expectativas dos alunos em relação ao ano letivo;
Acolher o novo grupo;
Ornamentar a sala de aula de maneira significativa.
Procedimento:

O professor afixa na parede da sala um painel com uma paisagem de fundo. No mesmo deve estar escrito: Sejam bem-vindos a viagem do saber!
A paisagem de fundo pode ser: marítima, celeste, florestal, etc...

A proposta é construir o painel com o grupo.
Sendo paisagem marítima, propor que cada aluno faça a dobradura de um barco e imaginem a viagem decorando-o livremente e escrevendo uma palavra ou frase o que espera alcançar durante a mesma, ou seja, quais são suas expectativas em relação ao ano letivo.
Sendo celeste podem ser confeccionados pequenos aviões de papel.
O fundo florestal permite que cada um escolha um animal ou planta com o qual se identifica e construa da mesma forma: dobrando, recortando, colando...
O importante é que os alunos expressem seus sentimentos e desejos. Com tudo pronto oportunizar um momento agradável onde cada um prenderá o que construiu no painel de boas-vindas interativo, apresentando-se à turma.
QUE MÚSICA VOCÊ É?
Objetivo:

Propiciar a apresentação dos alunos de forma descontraída;
Levar os participantes a identificarem seus ritmos e gêneros musicas, assim como refletirem sobre a importância de respeitar as preferências alheias.
Procedimentos:
Solicitar aos alunos que escolham dentre as músicas que conhecem e gostam um trecho que, de alguma forma, o represente. Cada um deve cantar o trecho escolhido para a turma.
O professor/dinamizador da atividade tem o papel de sondar se todos já ouviram aquela música, quem é o cantor(a), qual gênero musical, por que foi escolhida, se alguém não gosta, etc.
A regra é não repetir as músicas já apresentadas e respeitar as preferências dos colegas.
Com todos devidamente apresentados pedir que sistematizem no papel criando um cartaz de sua apresentação. Com todos os cartazes prontos criar um painel para sala de aula: “Somos como músicas”.
ÁRVORE DOS SONHOS

Representar uma árvore no papel pardo ou cartolina; afixá-la no painel ou parede. Em cima da árvore, escrever uma pergunta relacionada com o assunto (pode ser sobre questões ambientais, regras de convivência, o ambiente escolar etc) que será tratado durante o bimestre, trimestre... Ex.: Como gostaríamos que fosse...?Cada criança receberá uma "folha da árvore" para escrever seu sonho, o sonho é o que a criança espera que "aconteça de melhor" para o assunto em questão. Depois, pedir para cada criança colocar sua folha na árvore dos sonhos.Obs: Esta atividade poderá ser retomada durante o período que for trabalhado o assunto, ou ao final do período para que haja uma reflexão sobre o que eles queriam e o que conseguiram alcançar.


DINÂMICAS

A VIAGEM
Objetivos:

Levantar as expectativas dos alunos em relação ao ano letivo;
Acolher o novo grupo;
Ornamentar a sala de aula de maneira significativa.
Procedimento:

O professor afixa na parede da sala um painel com uma paisagem de fundo. No mesmo deve estar escrito: Sejam bem-vindos a viagem do saber!
A paisagem de fundo pode ser: marítima, celeste, florestal, etc...

A proposta é construir o painel com o grupo.
Sendo paisagem marítima, propor que cada aluno faça a dobradura de um barco e imaginem a viagem decorando-o livremente e escrevendo uma palavra ou frase o que espera alcançar durante a mesma, ou seja, quais são suas expectativas em relação ao ano letivo.
Sendo celeste podem ser confeccionados pequenos aviões de papel.
O fundo florestal permite que cada um escolha um animal ou planta com o qual se identifica e construa da mesma forma: dobrando, recortando, colando...
O importante é que os alunos expressem seus sentimentos e desejos. Com tudo pronto oportunizar um momento agradável onde cada um prenderá o que construiu no painel de boas-vindas interativo, apresentando-se à turma.
QUE MÚSICA VOCÊ É?
Objetivo:

Propiciar a apresentação dos alunos de forma descontraída;
Levar os participantes a identificarem seus ritmos e gêneros musicas, assim como refletirem sobre a importância de respeitar as preferências alheias.
Procedimentos:
Solicitar aos alunos que escolham dentre as músicas que conhecem e gostam um trecho que, de alguma forma, o represente. Cada um deve cantar o trecho escolhido para a turma.
O professor/dinamizador da atividade tem o papel de sondar se todos já ouviram aquela música, quem é o cantor(a), qual gênero musical, por que foi escolhida, se alguém não gosta, etc.
A regra é não repetir as músicas já apresentadas e respeitar as preferências dos colegas.
Com todos devidamente apresentados pedir que sistematizem no papel criando um cartaz de sua apresentação. Com todos os cartazes prontos criar um painel para sala de aula: “Somos como músicas”.
ÁRVORE DOS SONHOS

Representar uma árvore no papel pardo ou cartolina; afixá-la no painel ou parede. Em cima da árvore, escrever uma pergunta relacionada com o assunto (pode ser sobre questões ambientais, regras de convivência, o ambiente escolar etc) que será tratado durante o bimestre, trimestre... Ex.: Como gostaríamos que fosse...?Cada criança receberá uma "folha da árvore" para escrever seu sonho, o sonho é o que a criança espera que "aconteça de melhor" para o assunto em questão. Depois, pedir para cada criança colocar sua folha na árvore dos sonhos.Obs: Esta atividade poderá ser retomada durante o período que for trabalhado o assunto, ou ao final do período para que haja uma reflexão sobre o que eles queriam e o que conseguiram alcançar.
CORRIDA COM BOLAS
Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos.
Material: uma bola para cada pessoa; uma bandeja e um saco para cada equipe.
Desenvolvimento: O animador divide o grupo em equipes, que se colocam em filas paralelas de partida. Os primeiros representantes de cada equipe recebem, no menor tempo possível, a bola sobre a bandeja até à meta. As bolas que chegam a seu destino são depositadas no saco. Logo a seguir, a segunda pessoa repete o mesmo procedimento, e assim sucessivamente, até que todos os integrantes tenham participado. Vence a equipe que terminar primeiro o transporte de suas bolas.

                                                             A IMPORTÂNCIA DE BRINCAR



     Brincar é gostar de viver.É bom e importante para o desenvolvimento motor, afetivo, social e psíquico da criança. Quando brinca com brinquedos originais, espontaneamente e sem medo de errar, ela adquire conhecimento, além de criar o hábito de se ocupar. Adquire habilidades para usar as mãos e o corpo, reconhece objetos e suas características, texturas, forma, tamanho, cor e som.Ao brincar em meio a danças, cantigas e poemas, lendas, mitos, os seres imaginários apontam para nossa sabedoria e nosso pensar sobre o mundo.

Brincar : é o ato de dar vida a objetos e imagens.
Brinquedo: é um objeto que serve para as crianças brincarem.
Brincadeira: é o ato ou efeito de brincar.
Jogo: é uma brincadeira com regras definidas que estabelece quem vence e quem perde e envolve uma premiação ou o simples prazer da participação.
BOCA DO FORNO
Primeiro uma pessoa é eleita como "o senhor" , esta pessoa irá dar as ordens na brincadeira ,os demais participantes terão apenas que cumprir suas ordens. A ordem consiste em achar um determinado objeto, caso a criança não consiga encontrar e trazer o objeto pedido ela é obrigada a pagar uma prenda que pode ser cantar ou dançar uma musica, imitar um bicho ou qualquer outra coisa.
Senhor: - Boca de Forno   Crianças: - Forno!
Senhor: - Faz o que eu mandar?  Crianças: - Faço
Senhor: - Se não fizer?  Crianças: - Toma bolo.
Então o Senhor manda que as crianças peguem um objeto.

                                 
ESTÁTUA              
Para essa brincadeira é bom ter mais de 3 pessoas.Você vai precisar de um aparelho de som. Todos os jogadores fazem um círculo e um fica como o mestre, controlando o som.Quando o mestre quiser ele abaixa o volume e diz "estátua"! Os jogadores devem ficar em posição de estátua, sem se mexer e o mestre vai tentar fazer careta se brincadeiras para ver quem se mexe primeiro.Não vale fazer cócegas. Quem se mexer ou rir primeiro paga uma prenda e vai para o lugar do animador.

PULAR CORDA
Enquanto dois jogadores tocam a corda, cada um do grupo pula cantando a cantiga: “Um homem bateu na minha porta e eu abri. Senhoras e senhores, pulem num pé só. Senhoras e senhores, ponham a mão no chão. Senhoras e senhores, dêem uma rodadinha.E vão, pro olho da rua!” (sair fora),.Quem conseguir chegar primeiro ao final, sem errar no pulo, será o vencedor.
  

CABO DE GUERRA (Puxar a corda)
As equipes alinham-se, com os jogadores uns atrás dos outros, segurando cada lado metade de uma corda dividida igualmente entre ambos. A um dado sinal, começam a puxar a corda.Ganha o partido que se apossar dela toda, ou que houver conquistado a maior parte da corda ao cabo de um período de um ou dois minutos.
DANÇA DO BAMBOLÊS
As brincadeiras com regras são essenciais para desenvolver a concentração,respeito
a individualidades,reconhecimento do próprio corpo e seus limites.Nesta proposta o bambolê servem como "casinha".Enquanto toca a música,todos saem das suas casinhas para dançar.Enquanto isso,o professor tira uma das casinhas.Quando a música para,cada um encontra uma casinha para
 

Onde está a paz? (Jefferson Ferreira


 Onde está a paz?  (Jefferson Ferreira)

Inicio : _ Começa com 3 pessoas cantando uma música fala de paz. Neste momento são interrompido por um homem que está carregando uma mochila pesada que está escrito ( PECADO ).

Ele Chega correndo dizendo : Pecador : Mentira ! Mentira ! Isto é Mentira !

Protesta ele dizendo : Não existe paz !! A paz não existe, já procurei por ela e ainda não encontrei, já perdi a esperança de encontrá-la, perdi a esperança na vida pois não sinto mais vida, não resta mais vida; socorro ! socorro o que fazer ?

1ª Pessoa fala : Você precisa conhecer a nova era, os cristais, o esoterismo, a ioga, cartomancia e o horóscopo.

Pecador : Não, não é verdade, já fiz ioga, consultei as cartas, não saio de casa sem antes consultar o horóscopo para saber tudo sobre o amor, N.º da sorte, cor e também sobre os negócios; mas foi tudo roubada. Socorro! Onde está a paz ?

2ª Pessoa : Você vai encontrar a paz nas drogas bicho ! Nas noitadas com a mulherada cara.

Pecador: Não ! Não ! Tudo isso é ilusão e mentira, os viciados não são felizes nunca vi um sequer. Já vivi todas estas coisas a procura de paz, mas só encontrei tristeza e derrota; o fundo do poço.

3ª Pessoa : Você só encontrará a paz tendo muito dinheiro, muita grana. Não importa como você vai conseguir, roube, minta, você precisa realizar o seu sonho de consumo.

Pecador : Eu não tenho mais sonho, os meus sonhos acabaram, estou certo que dinheiro não traz felicidade. Dinheiro não compra amor, paz e esperança; só resta o vão central da 3ª ponte, lá já morreram 13 pessoas no últimos 14 meses e está é única saída. Neste momento entra em cena a 4ª pessoa vestido como uma túnica branca dizendo :

4ª Pessoa : Atenção ! Atenção ! escutem todos ! há ainda uma esperança para os problemas. Ele está vivo, Ele reina e é o mesmo de ontem, hoje e eternamente. E Ele é a verdadeira paz que você procura; e Ele diz nas sua palavras que são fieis e verdadeiras.

Pecador : de quem você está falando ? e o que ele falou ?

4º Pessoa : Ele é Jesus, o filho de Deus, o que morreu na cruz por todos nós inclusive você; e Ele disse :

" A minha paz vos dou amigo ! Mas não vos dou como o mundo à dá... A paz que tenho para ti; excede todo entendimento humano. Ela é sobrenatural."

O Pecador Grita : Eu quero está paz ! Eu quero esta paz !! Como posso Ter esta paz se sou um pecador ?

4ª Pessoa : Amigo, todos somos pecadores, más Jesus hoje está te convidando e diz :

" Vinde a mim todos que estais cansados e oprimidos; que eu os aliviarei."

Pecador : Eu quero este Jesus, Ele é a solução sim. Posso ir como estou ?

4ª Pessoa : disse Jesus :

" O que vem a mim, de maneira nenhuma o lançarei fora"

Pecador : Quero aceitar Jesus !

1ª ; 2ª ; 3ª Pessoa : Também queremos aceitar Jesus !

Perguntam todos : se aceitamos Jesus, se estamos salvos, como devemos viver ?

4ª Pessoa : Não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que habita em vós, o qual possuis da parte de Deus e que não sois de vós mesmos ? Porque fostes comprados por um bom preço: glorificai pois a Deus no vosso corpo ( 1º Cor. 6:19-20)

Todos falam juntos : Ide por todo mundo e pregai o meu evangelho a toda criatura, quem crê e for batizado será salvo.

Você crê ? obedeça e pregue

Jesus vai voltar ... Prepara-te

As Sandálias do Velho Sapateiro

As Sandálias do Velho Sapateiro

Narrador: Um velho sapateiro sonhou que Jesus viera até ele dizendo: Jesus: "Por favor, faça-me um par de sandálias. Eu as buscarei amanhã à tarde".
Narrador: O sapateiro, entusiasmado e feliz, foi mais cedo a sua sapataria e se pôs a trabalhar. Tomando do melhor couro, trabalhou cuidadosamente as peças, criando assim, o melhor par de sandálias que jamais fabricara. A hora do almoço, expôs orgulhoso diante de sua esposa seu magnífico trabalho.
Sapateiro: Veja, querida, como este par de sandálias está perfeito. Jesus irá gostar muito do meu trabalho.
Esposa: Realmente, meu velho, você se esmerou muito e está uma obra prima. Mas será que Jesus virá buscá-las?
Sapateiro: Claro que sim, pois Ele estava pessoalmente em meu sonho. Narrador: O sapateiro, à tarde, voltou ao seu trabalho e aguardou ansiosamente a vinda de Jesus. Mas a espera foi longa e... nada. Até que chegou a hora de fechar.
Sapateiro: É, parece que Jesus não teve tempo para vir buscar as sandálias.
Narrador: Quando o sapateiro ia fechar as portas da oficina, um velho maltrapilho refugiou-se na oficina e perguntou:
Mendigo: Por favor, senhor, teria um par de sandálias para me dar? Estou necessitado, tenha compaixão de mim.
Sapateiro: Eu tenho este par de sandálias que fiz para Jesus, mas certamente hoje, Ele não pode vir buscá-las e amanhã poderei fazer outro par. Tome este par e que elas lhe sejam muito úteis.
Narrador: E o velho mendigo saiu muito feliz e agradecido pela bondade do velho sapateiro. Naquela mesma noite, o sapateiro, muito desapontado, sonhou que perguntava a Jesus a reação de não ter vindo buscar as sandálias.

Sapateiro: Por que Jesus não vieste buscar teu par de sandálias?

Jesus: Mas eu busquei, cheguei no fim do expediente, mal vestido e com frio. Sou-lhe muito grato pelo que fizeste por mim. Muito obrigado!
Narrador: Quando Jesus diz: "... sempre que o fizerdes e um destes pequeninos irmãos, a mim o fizeste". Nós, cristãos, somos lembrados de que Ele quer que o vejamos em nosso esposo e esposa, nos filhos, parentes, vizinhos, amigos e irmãos na fé, enfim a todo aquele que estiver precisando de nosso auxílio.

Sob qual máscara Jesus terá vindo até nós neste dia, nesta semana? Não percamos tempo reclamando contra as situações difíceis da vida, mas lembremos de que cada um de nós, como cristãos, tem um chamado de Cristo, uma missão a cumprir.

O maior privilégio da vida está na satisfação do receber e apreciar o perdão e o conforto do amor de Cristo, através dos quais ele age por meio de nós junto aos que Dele necessitam.É o receber e o dar do amor de Cristo que faz com que a vida valha a pena ser vivida.

Oremos:   Senhor, faze de nós teus instrumentos, para que possamos testemunhar teu amor, fé e perdão, àqueles que estiverem ao nosso lado. Faze com que te sirvamos sempre com alegria e amor nos co-rações. isto te pedimos por Cristo que fez tudo por nós, amém.
                                           O   Folclore
 
    O Folclore é a expressão da cultura, dos costumes e tradições de um povo, expressos de maneira oral, escrita ou cênica. Todos os povos têm folclore e é através da sua preservação que torna-se possível a perpetuação das diferentes culturas, bem como o conhecimento verdadeiro da história dos diversos povos. O folclore é contado e recontado pela oralidade popular e representa a sabedoria do povo.
      Ele inclui mitos, lendas, contos populares, brincadeiras, provérbios, adivinhações, orações, maldições, encantamentos, juras, xingamentos, gírias, apelidos de pessoas e de lugares, desafios, saudações, despedidas e trava-línguas. Também inclui festas, encenações, artesanato, símbolos, receitas de comidas, medicina popular, danças, música instrumental e canções, inclusive as baladas e canções de ninar. Folclore brasileiro.
       O folclore brasileiro possui a herança cultural dos índios, dos portugueses colonizadores, dos africanos e de outros imigrantes europeus. É, portanto um folclore muito rico, isso sem contar as múltiplas manifestações resultantes da extensão do território brasileiro e das diversidades regionais.

Sugestão de atividades sequenciadas:
LendasSeguem algumas atividades de trabalho com Lendas:
- Pesquisar com pais e avós lendas conhecidas;
- Socializar as lendas na sala de aula, por
meio de  recontos ou dramatizações;
- A professora deverá ler diariamente uma lenda p/ classe, usando diferentes estratégias como: teatro de  fantoches , dramatizações, teatro de sombras...
_ Escolher por meio de votação as lendas preferidas dos alunos;
- Elaborar um gráfico com o resultado da votação (aproveitar e trabalhar situações-problema em matemática);
- Pedir aos alunos (em duplas) que reescrevam algumas lendas:
- Fazer revisão das reescritas ( individual ou coletivamente, depende do nível da turma);
- Confeccionar um livro de lendas com as produções dos alunos (pedir que ilustrem);
_ Presentear outra sala ou a biblioteca da escola com o livro ou sortear um aluno por dia para levar o livro para casa e ler com a família.

Trava-línguas
Sugestões:- fazer um levantamento dos trava-línguas conhecidos pela turma (se não souberem nenhum, pedir uma pesquisa para casa);
- Socializar os trava-línguas e organizar fichas de leitura de cada um deles;
- Os alunos levam para casa as fichas com os trava-línguas para que possam ler em casa;
- Organizar um campeonato de trava-línguas com a turma;
- Atividade de leitura: dar o trava-línguas fatiado em palavras para os alunos ordenarem (alunos não alfabéticos);
- Atividade de escrita (p/ alunos alfabéticos): entregar letras móveis na quantidade exata do trava-línguas para as crianças escreverem (não pode faltar nem sobrar letras, fará os alunos pensarem em questões ortográficas)
Adivinhas
- A professora começa a aula lendo algumas adivinhas p/ turma, que tentam descobrir  as respostas;
- Pedir aos alunos que tragam mais adivinhas conhecidas de casa;
- Organizar um campeonato de adivinhas na sala (dividir a turma em grupos de 4 alunos);
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Campeonato:
1ª etapa: pedir aos grupos que escolham algumas das adivinhas pesquisadas em casa e escrevam em uma folha. Dar a folha para outro grupo responder. Após as adivinhas terem sido respondidas, devolvê-las ao grupo que a elaborou para que corrijam as respostas e marquem os pontos para cada resposta certa.
2ª etapa: a professora prepara uma folha para cada grupo com uma determinada quantidade de adivinhas para que sejam respondidas. Socializar as respostas e marcar os pontos para cada acerto.
3ª etapa: "Passa ou repassa" - a professora elabora uma adivinha para cada grupo, que deve respondê-la ou passar a vez para o próximo grupo responder.
4ª etapa: Contagem dos pontos e premiação dos grupos vencedores

Mural de personagens
Sugestão: organizar um mural de personagens folclóricos
- Fazer um levantamento dos personagens folclóricos conhecidos pelos alunos e organizar uma lista:
- Dividir a classe em grupos. Cada grupo deve sortear um personagem e ficará encarregado de organizar uma pesquisa sobre ele;
- Após a pesquisa, elaborar um texto sobre o personagem, ressaltando suas principais características
- Revisar o texto com auxílio da professora, passar a limpo, fazer uma ilustração do personagem e organizar um mural, que pode ser fixado no pátio da escola ou mesmo na sala de aula.