O Mundo Encantado dos Contos

O Mundo Encantado dos Contos

terça-feira, 10 de maio de 2011

Modelo SAEPE - 5º Ano (Português)

1. Leia o texto.
Senhores Pais ou Responsáveis:
Como é de conhecimento de todos, nossa escola promove habitualmente uma festa junina que, neste ano, será realizada no próximo dia 15, a partir das 10h. Haverá barracas de comes e bebes, churrasco, cachorro quente, pipoca, algodão doce, quentão, vinho quente e refrigerantes. Haverá também barracas para divertimentos, especialmente das crianças, pescaria, argolas, tiro ao alvo, coelhinho, e todas aquelas brincadeiras tradicionais. Cada uma das classes apresentará uma dança apropriada para a ocasião e, no final, após a coroação da Miss Caipira, faremos uma grande quadrilha, com os Professores e Funcionários. Solicitamos a colaboração de Pais e Alunos. Quanto maior for à arrecadação com a venda de votos, oferecimento de prendas e movimentação das barracas, maior será o benefício para a escola. Pretendemos ampliar nossa área de esportes, com a construção de uma quadra polivalente, o que, sem dúvida, trará benefícios para os alunos. Contando com a participação de todos,
Antecipadamente agradece,
A Direção
O texto faz um convite para
(A) o aniversário do diretor.
(B) a festa junina.
(C) um baile de máscaras.
(D) uma reunião de pais e mestres.
2. O Menino Maluquinho
Era uma vez um menino maluquinho
Ele tinha o olho maior que a barriga
tinha vento nos pés
umas pernas enormes (que davam para abraçar o mundo)
e macaquinhos no sótão (embora nem soubesse o que significava macaquinho no sótão)
Ele era um menino impossível
Ele era muito sabido
ele sabia de tudo
a única coisa que ele não sabia
era como ficar quieto.
O Menino Maluquinho tinha.
(A) pernas enormes e cabelos longos.
(B) muita sabedoria e braços compridos.
(C) macaquinhos e braços compridos.
(D) pernas enormes e muita sabedoria.
3. A expressão “tinha vento nos pés” significa que o menino maluquinho
(A) andava rápido, pulando.
(B) era muito sabido.
(C) tinha pernas enormes.
(D) sabia de tudo.
4. Leia o trecho.
Era uma vez, no mês de janeiro, muitos índios. E ativos: caçavam, pescavam, guerreavam. Mas nas tabas não faziam coisa alguma: deitavam- se nas redes e dormiam roncando. E a comida? Só as mulheres cuidavam do preparo dela para terem todos os que comerem. Uma vez elas notaram que faltava milho no cesto para moer. Que fizeram as valentes mulheres? O seguinte: sem medo, enfurnaram-se nas matas, sob um gostoso sol amarelo. As árvores rebrilhavam verdes e embaixo delas havia sombra e água fresca. Quando saíam de debaixo das copas encontravam o calor, bebiam no reino das águas buliçosas. Mas sempre procurando milho porque a fome era daquelas que as faziam comer folhas de árvores. Mas só encontravam espigazinhas murchas e sem graça.
De acordo com o texto, quem encontrava as espigazinhas murchas e sem graça eram
(A) os índios..
(B) as mulheres.
(C) os animais.
(D) os garotos
5. Leia o trecho.
Desde que o astrônomo Galileu Galilei apontou, em 1610, sua luneta em direção a Júpiter e descobriu quatro de seus 16 satélites, este planeta tem sido a maior fonte de fascínios para os cientistas.
O texto afirma que:
(A) em 1610 Galileu Galilei descobriu quatro satélites de Júpiter.
(B) Galileu Galilei descobriu os 16 satélites de Júpiter.
(C) Júpiter tem sido motivo de preocupação de Galileu Galilei.
(D) os 16 satélites de Júpiter foram descobertos em 1610.
6. O sapo
Era uma vez um lindo príncipe por quem todas as moças se apaixonavam. Por ele também se apaixonou a bruxa horrenda que o pediu em casamento. O príncipe nem ligou e a bruxa ficou muito brava. “Se não vai casar comigo não vai se casar com ninguém mais!” Olhou fundo nos olhos dele e disse: “Você vai virar um sapo!” Ao ouvir esta palavra o príncipe sentiu estremeção. Teve medo. Acreditou. E ele virou aquilo que a palavra feitiço tinha dito. Sapo. Virou um sapo.
Na frase “O príncipe nem ligou e a bruxa ficou muito brava”, a palavra brava significa:
(A) apaixonada.
(B) calma.
(C) furiosa.
(D) horrenda.
7. Leia o texto abaixo.
O mico-leão atinge, no máximo, 73 cm de comprimento - a metade, e às vezes até mais, pertence à cauda. Esse pequeno macaco tem hábitos curiosos: o recém-nascido, por exemplo, passa apenas cerca de quatro dias agarrado à mãe. Depois disso, é o pai que o carrega, cuida, limpa e penteia. A mãe só aparece na hora da mamada. Ela estende os braços e o pai lhe entrega o filhote, para uma mamada de cerca de 15 minutos. Mas, mesmo nessa hora, o pai não se distancia. A amamentação dura cerca de três meses. Depois, começa sua alimentação normal: insetos, pequenos invertebrados, aranhas, lesmas, pássaros, ovos, frutos.      
As palavras usadas pelo autor para se referir ao mico-leão são:
(A) filhote, mamífero, vertebrado.
(B) pequeno macaco, filhote, recém-nascido.
(C) pequenos invertebrados, macaco.
(D) recém-nascido, curioso, mamífero.
8. O Saber da Vovó
Na noite chuvosa, Dona Carmelita se preocupava com Maurinho: febre alta, diarréia, boca seca, suores frios. O médico estava longe daquele sertão e remédios não havia em casa. O que fazer? – pensou Dona Carmelita. Logo ela se lembrou de como sua avó fazia quando ela era criança. Preparava um remedinho fácil: água, açúcar, sal, limão e amido de milho misturadinhos, e oferecia-lhe em bons goles. E assim foi feito... Amanheceu. Maurinho dormia tranqüilo e
Dona Carmelita preparava, no fogão – a – lenha, um bom mingau de fubá e dizia: – Esse é forte e dá sustança!
Que sentido tem a expressão usada por Dona Carmelita?
“– Esse é forte e dá sustança!”
(A) Certeza do efeito do alimento para fortalecer seu filho.
(B) Dúvida de que o mingau recuperaria o menino.
(C) Incerteza do valor nutritivo do fubá.
(D) Satisfação em atender a vontade de Maurinho.
10. Micróbios - amigos ou inimigos? Matam ou engordam?
Tem uma coisa que os adultos dizem que eu tenho certeza de que aborrece as crianças: “Vá lavar as mãos antes de comer! Ela está cheia de micróbios. Não coma esse troço que caiu no chão! Lave logo o machucado, senão os micróbios tomam conta!” Daí a criança vai logo pensando: “Coisa chata essa de micróbio!” E os micróbios vão ficando com essa fama de monstrinhos, sempre prontos a atacar em caso de desleixo. Mas sem micróbios e bactérias também não dá para viver, porque há um montão deles que são essenciais para manter vida em nosso planeta. Quando a gente vai lavar as mãos antes de comer fica até meio desapontado, pois não vê micróbio nenhum. E acha aquilo um exagero. É que os micróbios são microscópicos. Atualmente são considerados micróbios ou microorganismos os fungos, as bactérias, os vírus, algumas algas e os protozoários. Os micróbios - não há como negar - são responsáveis por uma série de aborrecimentos: gripe, sarampo, tifo, malária, febre amarela, paralisia infantil e um bocado de coisas mais. Mas também há inúmeros micróbios benéficos, que decompõem o corpo morto das plantas e animais, transformando suas moléculas complexas em moléculas pequenas, aproveitáveis na nutrição das plantas. O vilão de nossa história, portanto, não é totalmente malvado. Se ele desaparecesse, nós também acabaríamos junto com ele.
O tema do texto é:
(A) a chatice dos micróbios.
(B) a falta dos micróbios.
(C) o papel dos micróbios.
(D) o desaparecimento dos micróbios.
11. Texto do caipira
O caipira andava ao longo da estrada seguido de dez cavalos. Nisso, veio um automóvel e o motorista gritou para o caipira:
– Você tem dez. Mas eu tenho duzentos e cinqüenta cavalos! – E – vrruuum! – saiu em disparada!
O caipira continuou seu passo. E lá na frente estava o carro virado dentro do rio, ao lado da ponte. Aí, o caipira falou pro motorista:
– Oi, cumpadre! Dando água pra tropa, é? 
               
Que palavra do texto indica o modo de falar de uma pessoa que mora no meio rural?
(A) Cumpadre.
(B) Disparada.
(C) Passo.
(D) Tropa.
12. O Touro e o Homem
Um touro, que vivia nas montanhas, nunca tinha visto o homem. Mas sempre ouvia dizer por todos os animais que era ele o animal mais valente do mundo. Tanto ouviu dizer isto que, um dia, se resolveu a ir procurar o homem para saber se tal dito era verdadeiro. Saiu das brenhas, e, ganhando uma estrada, seguiu por ela. Adiante encontrou um velho que caminhava apoiado a um bastão. Dirigindo-se a ele perguntou-lhe:
– Você é o bicho homem?
– Não! – respondeu-lhe o velho – já fui, mas não sou mais!
O touro seguiu e adiante encontrou uma velha:
– Você é o bicho homem?
– Não! Sou a mãe do bicho homem!
Adiante encontrou um menino:
– Você é o bicho homem?
– Não! Ainda hei de ser, sou o filho do bicho homem.
Adiante encontrou o bicho homem que vinha com um bacamarte no ombro.
– Você é o bicho homem?
– Está falando com ele!
– Estou cansado de ouvir dizer que o bicho homem é o mais valente do mundo, e vim procurá-lo
para saber se ele é mais do que eu!
– Então, lá vai! – disse o homem, armando o bacamarte, e disparando-lhe um tiro nas ventas.
O touro, desesperado de dor, meteu-se no mato e correu até sua casa, onde passou muito tempo se tratando do ferimento.
Depois, estando ele numa reunião de animais, um lhe perguntou:
– Então, camarada touro, encontrou o bicho homem?
– Ah! meu amigo, só com um espirro que ele me deu na cara, olhe em que estado fiquei!
               
“Você é o bicho homem?”
A repetição dessa frase em todo o texto demonstra:
(A) alegria e entusiasmo do touro ao encontrar o homem.
(B) desespero e aflição do touro ao defrontar-se com o homem.
(C) enorme susto do touro ao ver o homem.
(D) grande curiosidade do touro em conhecer o homem.
13. A bruxa
Mariana comentou:
– Aí aparece a bruxa.
– Sim...
– Mas uma bruxa tão bonita, tão bonita, que só você vendo.
Foi aí que Rogerinho soltou:
– Bruxa bonita assim só podia ser fada, né?
O travessão foi usado nesse texto para indicar:
(A) a descrição do ambiente.
(B) a fala das personagens.
(C) a emoção das personagens.
(D) a beleza da bruxa.
15. Asa Branca
Quando olhei a terra ardendo,
Qual fogueira de São João,
Eu perguntei a Deus do céu, ai,
Porque tamanha judiação.
5 Que braseiro, que fornalha,
Nenhum pé de plantação.
Por falta d’água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão.
Até mesmo a Asa Branca
10 Bateu asas do sertão.
Então eu disse adeus, Rosinha,
Guarda contigo meu coração.
Hoje longe muitas léguas,
Numa triste solidão,
15 Espero a chuva cair de novo
Pra eu voltar pro meu sertão.
Quando o verde dos teus olhos
Se espalhar na plantação,
Eu te asseguro não chore não, viu?
Que eu voltarei viu, meu coração.
O objetivo principal do texto é chamar a atenção para a:
(A) saudade do nordestino.
(B) morte do Alazão.
(C) partida da Asa Branca.
(D) seca do Nordeste.
16. O leão apaixonado
Certa vez um leão se apaixonou pela filha de um lenhador e foi pedir a mão dela em casamento. O lenhador não ficou muito animado com a idéia de ver a filha com um marido perigoso daqueles e disse ao leão que era muita honra, mas muito obrigado, não queria. O leão se irritou; sentindo o perigo, o homem foi esperto e fingiu que concordava:
– É uma honra, meu senhor. Mas que dentões o senhor tem! Que garras compridas! Qualquer moça ia ficar com medo. Se o senhor quer casar com minha filha, vai ter de arrancar os dentes e cortar as garras.
O leão apaixonado foi correndo fazer o que o outro tinha mandado; depois voltou à casa do pai da moça e repetiu seu pedido de casamento. Mas o lenhador, que já não sentia medo daquele leão manso e desarmado, pegou um pau e tocou o leão para fora de sua casa.
     
O problema, na história, é resolvido quando:
(A) o leão se apaixonou pela filha do lenhador.
(B) o lenhador concordou com o pedido de casamento do leão.
(C) a moça ficou com medo do futuro marido.
(D) o leão arrancou os dentes e cortou as Garras.
17. Princesa Linda Laço-de-fita
Sempre foi linda, vestiu roupas lindas e morou num quarto lindo, de um castelo lindíssimo, no reino de Flax. Passou a vida na janela desse quarto, recebeu visitas de príncipes que vinham de muito longe e de bem perto também para pedi-la em casamento. Mas, sendo linda como era, e muito vaidosa da própria lindeza, não aceitava nenhum pedido, pois nenhum príncipe era forte, rico ou... lindo o suficiente para se casar com ela. Com o passar dos anos, os príncipes cansaram desse papo-furado e desistiram de pedi-la em casamento. Hoje em dia, ela já está bem velhinha, ainda linda, uma linda velhinha. Sozinha, na janela, espera algum príncipe passar e parar para conversar.
               
A princesa do reino de Flax era muito exigente em relação aos seus pretendentes, por isso ela ficou:
(A) sozinha.
(B) tranqüila.
(C) rica.
(D) vaidosa.
18. Nome, coleira e liberdade
Eu sempre me orgulhei da condição de vira-lata.
Sempre fui um cachorro de focinho para cima.
Fujo de pedrada, que eu não sou besta.
Fujo de automóvel, que não sou criança.
Trato gente na diplomacia: de longe!
Não me deixo tapear.
Comigo não tem “não-me-ladres”...
Se preciso, eu ladro e mordo!
E coleira, aceitar eu não aceito, de jeito nenhum!
Quando vejo certos colegas mostrando com orgulho aquela rodela imbecil no pescoço, como se fosse não coleira, mas colar, chego a ter vergonha de ser cão.
Palavra de honra!
A coleira é o dono!
A coleira é escravidão!
Coleira é o adeus à liberdade!
Dirão vocês: a coleira pode livrar o cachorro da carrocinha.
Posso falar com franqueza?
Cachorro que não sabe fugir da carrocinha pelas próprias patas, que não é capaz de autografar a canela de um caçador com os próprios dentes, não tem direito de ser cão.
E é por isso que eu sempre fui contra o nome que os homens me impingem. Porque é símbolo, também, de escravidão.
No texto, o cão é:
(A) covarde.
(B) livre..
(C) tolo
(D) envergonhado
19. O cão e o lobo
Um cão passeava pela floresta quando topou com um lobo magro. Aos poucos os dois fizeram amizade.
– Puxa, cachorro! Como você está gordo e bem tratado...
– É que eu tenho um dono. Meu dono me dá três boas refeições por dia, escova meu pêlo, me dá uma casa de madeira... Em troca disso, pede que eu lhe guarde a casa dos assaltantes e lhe faça uns agrados de vez em quando.
– Só isso? Mas deve ser maravilhoso ter um dono – concluiu o lobo.
O cão então convenceu o lobo a acompanhá-lo, certo de que seu dono gostaria de ter mais um animal de estimação. Os dois andaram por um certo tempo, até que o lobo percebeu uma coleira no cachorro.
– O que é isso? – perguntou o lobo.
– Ah, isto é uma coleira. Às vezes, meu dono se irrita e me prende numa corrente. Mas é por pouco tempo, logo eu estou solto de novo. O lobo parou, pensou um pouco... e voltou atrás.
De longe, ainda falou para o cachorro:
– Não, cachorro. Não sirvo para essa vida. Eu sei que mais vale a liberdade com fome do que o luxo na prisão.
O que aconteceu com o lobo quando soube que o cachorro usava coleira?
(A) Desistiu da liberdade.
(B) Desistiu de ter um dono.
(C) Resolveu conhecer seu dono.
(D) Resolveu tirar a coleira do cachorro.
20. Os lobos e os cordeiros
Alguns lobos queriam surpreender um rebanho de cordeiros. Como não podiam pegá-los, porque havia cães tomando conta deles, viram que seria preciso usar uma artimanha para fazer isso. E, tendo enviado representantes deles aos cordeiros, diziam que os cães eram os culpados de sua inimizade e que, se eles lhes entregassem os cães, haveria paz entre os lobos e os cordeiros. Os cordeiros, sem imaginar o que lhes iria acontecer, entregaram os cães aos lobos, que, desse modo, facilmente acabaram com o rebanho, que ficara sem guarda.
Os lobos não conseguiam apanhar os cordeiros porque eles:
(A) viviam muito longe.
(B) eram guardados por cães.
(C) não sabiam o que ia acontecer.
(D) não tinham representantes.
21. Leia o trecho
“Por ter uma visão apurada o cão consegue, mesmo que a certa distância, perceber alterações nos movimentos de uma pessoa amedrontada. O animal descende do lobo e dele herdou o instinto de caça. Se alguém passa a andar furtivamente com uma postura submissa, ele identifica logo uma presa fácil.”
A palavra grifada no texto refere-se:
(A) a alguém.
(B) ao cão.
(C) ao instinto.
(D) ao lobo.
22. Porquinho-da-índia
Quando eu tinha seis anos
Ganhei um porquinho-da-índia.
Que dor de coração me dava
Porque o bichinho só queria estar debaixo do fogão!
Levava ele pra sala
Pra os lugares mais bonitos mais limpinhos
Ele não gostava:
Queria era estar debaixo do fogão.
Não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas...
– O meu porquinho-da-índia foi a minha primeira
namorada.
Na frase “Não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas”, o menino quer dizer que o porquinho:
(A) não gostava dele.
(B) só queria ficar na sala.
(C) não ligava para as delicadezas dele.
(D) gostava de lugares bonitos e limpinhos
23. Soluções Caseiras
Se você já se ligou na importância de economizar energia, tome nota de dicas muito simples do que é possível fazer em casa para evitar o desperdício de eletricidade:
• Durante o dia, procure abrir as cortinas e as janelas para não ter de acender a luz. E na hora de escolher uma lâmpada, as fluorescentes são bem mais econômicas que as incandescentes, aquelas redondinhas comuns em qualquer lugar.
Nesse texto, o autor faz recomendações sobre:
(A) a economia de energia.
(B) as fontes de energia.
(C) as vantagens da eletricidade.
(D) os riscos da eletricidade.
24. O Retrato
Outro dia encontrei, na portaria do meu prédio, uma meninazinha de blusa branca, saia azul, laço no cabelo e sorriso nos lábios. Conversamos enquanto esperava o ônibus do colégio. Perguntei-lhe se estava com saudades das férias. Confessou que sim, mas disse que o colégio também era ótimo, que adorava o colégio. Abrindo a pasta reluzente, mostrou-me os livros novos, cuidadosamente encapados, os cadernos limpinhos, a caixa de lápis. Falou entusiasmada sobre a professora, que era um amor, e as colegas, camaradíssimas, todas suas amigas. Contou-me sua resolução de estudar muito, de fazer os deveres direitinho, de portar-se muito bem e tirar notas boas. Estava cheia de interesse, contente, de fato, de ir para o colégio, e foi dos mais alegres o adeusinho que me deu quando entrou no ônibus. Sorri com ela, e, quando voltei para casa, fui direto olhar o retrato de uma meninazinha de seus sete, oito anos de idade, vestida com uma saia azul e blusa branca de um uniforme escolar. E tive uma saudade imensa, infinita, daquela menina que tão atenta olhava o livro, tão confiante esperava a vida, aquela meninazinha que fui eu.
A meninazinha despertou na narradora lembranças de quando
(A) era criança.
(B) estava de férias.
(C) ganhou uma caixa de lápis.
(D) tinha uma pasta reluzente.
25. Os rios precisam de um banho
A população das cidades esquece a importância dos rios e os utilizam como cestas de lixo. O resultado muita gente já deve conhecer: enchentes! Com tanto entulho, os canais de drenagem – isto é, o caminho que as águas percorrem morro abaixo, acabam ficando entupidos e causando inundações em dias de chuvas fortes. Para evitar as enchentes – que, além da destruição, trazem doenças –, a solução é não jogar lixo nos rios. O lugar das coisas que não queremos mais sejam chinelos, garrafas ou até eletrodomésticos, é a lata de lixo!
O texto trata:
(A) da poluição dos rios.
(B) da poluição das indústrias.
(C) da reciclagem do lixo.
(D) do desperdício de água.





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