Viajando No Mundo dos Contos de Fada

Viajando No Mundo dos Contos de Fada

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Leia o texto abaixo. ( descritores)

Leia o texto abaixo.
Infância
Eu tenho oito anos e já sei ler e escrever.
Por isso, ganhei de presente a história de Peter Pan. As aventuras dele com o Capitão Gancho
e o jacaré que engoliu um relógio até que são engraçadas. Mas achei uma bobagem aquela mania
do Peter Pan de querer ficar sempre menino.
Já imaginaram se todos quisessem ficar sempre pequenos e nunca mais crescer? Aí quem ia
cuidar da gente? Fazer comida, passar pito, mandar tomar banho, dizer que é hora de ir pra cama?
Sarar a gente da dor de barriga e da dor de dente?
Fonte: Henriqueta Lisboa ET ALII. Varal de Poesia.1ª ed. São Paulo: Ática, 2003. p. 35

QUESTÃO (Prova Rio, 2010)
No trecho “As aventuras dele com o Capitão Gancho”, a palavra destacada refere-se ao
(A) jacaré.
(B) menino.
(C) Peter Pan.
(D) relógio.

Leia o texto abaixo.
Um conto de gatos
Os gatos sortudos da Rua Melenas tinham cada um sete ratos para
comer. Os outros, com dois apenas tinham de se satisfazer.
O total de ratos comidos sendo 24, quantos gatos traçaram ratos?

UM CONTO de gatos. CiênciaHoje das Crianças, ano 9. nº 60. Jul. 2006. p. 28.
QUESTÃO  (SAEP 2012)
No trecho: “Os outros, com dois apenas...”, a expressão em destaque se refere
(A) aos gatos
(B) aos ratos
(C) aos contos
(D) aos gatos e ratos

Leia o texto e responda à questão
A Bela e a Fera
Era uma vez um príncipe que vivia feliz em seu lindo castelo até que uma bruxa malvada
lançou-lhe um feitiço, transformando-o em um monstro. Como, a cada dia, ele ficava mais egoísta
e infeliz, passou a ser chamado de Fera.
Numa tarde, um comerciante, ao tirar uma rosa do jardim do castelo para dar a sua filha
Bela, acabou sendo aprisionado pela Fera. Ao saber o que acontecera, Bela foi ao castelo
e,chorando, pediu à Fera para ficar no lugar de seu pai. Com a convivência, Bela e a Fera tornaramse
amigos até que ele se apaixonou por ela.
Certo dia, Bela pediu à Fera para passar alguns dias com seu pai. Ao retornar para o castelo,
Bela encontrou a Fera doente de tanta saudade. Foi então que desesperada, percebeu que também
estava apaixonada, dando-lhe um beijo de amor. Nesse momento, o feitiço da bruxa se desfez e a
Fera voltou a ser um belo príncipe.
Adaptado de: http://www.qdivertido.com.br/verconto

Na introdução da história
(A) Bela vai visitar seu pai por uns dias.
(B) o comerciante tira uma flor do jardim.
(C) a bruxa lança um feitiço no príncipe.
(D) a Fera volta a ser um belo príncipe.
Faça a leitura do texto abaixo.
A raposa e o corvo
Um corvo faminto furtou um belo queijo e, com ele, voou para o alto de uma árvore.
A raposa o viu e gritou:
__ Bom dia, belo corvo! Que linda são suas penas, que belo
seu porte, que elegante a sua cabeça! Sou capaz de jurar que um
animal bonito assim há de ter também uma bonita voz! Cante, que
eu quero ouvi-lo!
O corvo, envaidecido abriu o bico para cantar. E o queijo
caiu na boca da raposa.
MORAL: Os elogios exagerados são sempre suspeitos.
Adaptado de: SARGENTIM, H. Coleção montagem e desmontagem de textos: língua portuguesa. 3ª série. São Paulo: IBEP,2001.
Sistema de Avaliação Educacional de Palmas – SAEP Página 36

QUESTÃO
No final da história
(A) o corvo furtou o queijo e fugiu.
(B) a raposa elogia o corvo.
(C) o corvo canta para a raposa.
(D) a raposa fica com o queijo do corvo.
Faça a leitura do texto.
O lobo e o cordeiro
Um cordeiro bebia água num córrego que corria em um
trecho de terreno inclinado, quando avistou um lobo que fazia a
mesma coisa um pouco mais acima de onde ele estava.
O pequeno animal bem que tentou se esconder atrás de
uma moita, mas antes que pudesse fazê-lo a fera também o
avistou e foi logo perguntando com cara de poucos amigos:
__ Como você se atreve a sujar com suas patas malditas a
água que eu estou bebendo?
E o cordeiro, inocente respondeu:
__ Senhor lobo, como eu poderia estar sujando a sua água
se ela corre daí para cá?
E o lobo, zangado, retrucou:
__ Isso não interessa, porque você vai ter que explicar por que andou falando mal de mim
no ano passado!
__ Sinto muito, senhor lobo, mas isto é impossível, pois eu nasci este ano!
O lobo ainda mais irritado disse:
__ Se não foi você, deve ter sido o seu irmão e isso dá no mesmo.
__ Me perdoe, senhor lobo, mas eu não tenho irmãos, sou filho único – respondeu o
cordeirinho, tremendo de medo.
__ Ah, não importa, o fato é que é que eu fui ofendido e por isso preciso me vingar.
E com este pretexto o lobo avançou sobre o cordeiro indefeso, agarrou-o com os dentes
e foi embora à procura de um lugar tranquilo onde pudesse comer a sua presa.
Moral da história: Infelizmente, a razão do mais forte é a que sempre prevalece.
(Baseado em uma fábula de La Fontaine, com adaptações).

QUESTÃO  (SAEP 2012)
No início da história
(A) o lobo bebia água e o cordeiro tomava banho no córrego.
(B) o lobo agarrou o cordeiro com seus dentes e saiu para comê-lo.
(C) o cordeiro e o lobo bebiam água no mesmo córrego.
(D) o lobo inventa mentiras sobre o cordeirinho.

QUESTÃO  (SAEP 2012)
No final do texto, o lobo mostrou-se
(A) intolerante.
(B) Paciente.
(C) Ingênuo.
(D) corajoso.
Sistema de Avaliação Educacional de Palmas – SAEP Página 37


Leia a fábula a seguir para responder a questão 50.
O Leão e o Javali
Num dia muito quente, um leão e um javali chegaram juntos a um poço. Estavam com
muita sede e começaram a discutir para ver quem beberia primeiro. Nenhum cedia a vez ao
outro. Já iam atracar-se para brigar, quando o leão olhou para cima e viu vários urubus
voando.
__ Olhe lá! – disse o leão. – Aqueles urubus estão com fome e espera para ver qual de
nós dois será derrotado!...
__ Então é melhor fazermos as pazes – respondeu o javali. – Prefiro ser seu amigo a ser
comida de urubus.
Moral: Diante de um perigo maior, é melhor esquecermos as pequenas rivalidades.
(Esopo. Fábulas de Esopo)

QUESTÃO (SAEP 2012)
No final do texto o leão e o javali se tornam amigos porque
(A) estavam se unindo contra os urubus.
(B) um resolveu ceder a vez de beber primeiro ao outro.
(C) entenderam que os animais não podem viver desunidos.
(D) não queriam morrer e se tornarem comida de urubus.

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