Viajando No Mundo dos Contos de Fada

Viajando No Mundo dos Contos de Fada

sexta-feira, 3 de junho de 2016

D8– Inferir o sentido de uma palavra ou expressão. (3º ano)

D8– Inferir o sentido de uma palavra ou expressão. (3º ano)

O SAPO

Era uma vez um lindo príncipe por quem todas as moças se apaixonavam. Por ele também se apaixonou a bruxa horrenda que o pediu em casamento. O príncipe nem ligou e a bruxa ficou muito brava. “Se não vai casar comigo não vai se casar com ninguém mais!” Olhou fundo nos olhos dele e disse: “Você vai virar um sapo!” Ao ouvir esta palavra o príncipe sentiu estremeção. Teve medo. Acreditou. E ele virou aquilo que a palavra feitiço tinha dito. Sapo. Virou um sapo.
ALVES, Rubem. A Alegria de Ensinar. Ars Poética, 1994.

No trecho “O príncipe NEM LIGOU e a bruxa ficou muito brava”, a expressão destacada significa que:
(A) não deu atenção ao pedido de casamento.  (B) não entendeu o pedido de casamento.
(C) não respondeu à bruxa.                                   (D) não acreditou na bruxa.

O PAVÃO
E considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d’água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.
Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.
(BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana. Rio de Janeiro: Record, 1996, p. 120)

No 2º parágrafo do texto, a expressão “ATINGIR O MÁXIMO DE MATIZES” significa o artista:
(A) fazer refletir, nas penas do pavão, as cores do arco-íris.
(B) conseguir o maior número de tonalidades.(C) fazer com que o pavão ostente suas cores.
(D) fragmentar a luz nas bolhas d’água.
(PAEBES). Leia o texto abaixo e responda.

LIÇÃO QUE SE APRENDE CEDO

Dia 14 de março, segunda-feira, é comemorado o Dia Internacional do Consumidor.
Talvez você ache que essa informação não tenha muito a ver com você, que ainda não é adulto e não tem um salário todo mês. Egano seu.
Mesmo quando se compra só um chocolate na padaria da esquina, essa atitude vem acompanhada de direitos e deveres – tanto de quem compra quanto de quem vende – e que, muitas vezes, a gente nem se dá conta.
E, se você reparar bem, vai notar que boa parte das propagandas é voltada para o público infantil – ou seja, existem muitos produtos nas prateleiras das lojas esperando que você, consumidor mirim, os leve para casa.
Isso pode ser perigoso, porque não é difícil chegar a um ponto em que se quer tudo o que é oferecido. Para fazer crianças e adolescentes consumidores responsáveis, agora e no futuro, nada melhor que a informação.
LENOIR, Carolina. Estado de Minas, Gurilândia. 13 mar. 2010. p.4.

Esse texto foi escrito para

A) vendedores.          B) professores.      C) pais.        D) crianças.




Leia o texto abaixo:
Vira-pulga

“Eu sou um cachorro de cidade. Não tenho raça nenhuma, me chamam injustamente de vira-lata, quando na verdade deviam me chamar de fura-saco, pois não existe mais lata de lixo hoje pela rua. Apesar de ser um vira-lata, ou melhor, um fura-saco, eu tenho nome: Palito, que foi dado por minha dona, que achava o meu latido muito fino...”
Fonte: Diléa Frate. Histórias de acordar. São Paulo. Companhia das Letrinhas. 1996. p. 69.

O cachorro se chama Palito por que:
 
    A) Late finíssimo.                               B) É um cachorro de rua.
   
  C) É um fura-saco.                                 D) Não tem nenhuma raça.

Leia o texto abaixo.
Texto do caipira

O caipira andava ao longo da estrada seguido de dez cavalos. Nisso, veio um automóvel e o motorista gritou para o caipira:
– Você tem dez. Mas eu tenho duzentos e cinqüenta cavalos! – E – vrruuum! – saiu em disparada!
O caipira continuou seu passo. E lá na frente estava o carro virado dentro do rio, ao lado da ponte. Aí, o caipira falou pro motorista:
– Oi, cumpadre! Dando água pra tropa, é?

Que palavra do texto indica o modo de falar de uma pessoa que mora no meio rural?

(A) Cumpadre. (B) Disparada.             (C) Passo.     (D) Tropa.

Leia o texto:

O pulo

A Onça encontrou o Gato e pediu:
— Amigo Gato, você me ensina a pular?
O Gato ficou muito desconfiado, mas concordou.
Nas últimas aulas, a Onça pulava com rapidez e agilidade, parecia um gato gigante.
— Você é um professor maravilhoso, amigo Gato!
Dizia a Onça, agradando (...).
Fonte: Francisco Marques. Contos e lendas populares.

Neste texto, quem disse que a onça “parecia um gato gigante” foi o:

A) Professor. B) Gato. C) Leitor. D) Narrador.

Texto 2
O que é bullying?

Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas.
O termo bullying tem origem na palavra inglessa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.

A expressão “valentão” é marca da linguagem

A) cientifica                    B) formal   C) informal     D) regional.





(Prova Brasil). Leia o texto abaixo.
Poluição do solo
É na camada mais externa da superfície terrestre, chamada solo, que se desen­volvem os vegetais. Quando o solo é contaminado, tanto os cursos subterrâneos de água como as plantas podem ser envenenadas.
Os principais poluentes do solo são os produtos químicos usados na agricultura. Eles servem para destruir pragas e ervas daninhas, mas também causam sérios es­tragos ambientais.
O lixo produzido pelas fábricas e residências também pode poluir o solo. Baterias e pilhas jogadas no lixo, por exemplo, liberam líquidos tóxicos e corrosivos. Nos aterros, onde o lixo das cidades é despejado, a decomposição da matéria orgânica gera um líquido escuro e de mau cheiro chamado chorume, que penetra no solo e contamina mesmo os cursos de água que passam bem abaixo da superfície.
{...}
Almanaque Recreio. São Paulo: Abril. lmanaques CDD_056-9. 2003.

No trecho “É na camada mais externa da superfície terrestre” (ℓ.1), a expressão sublinhada indica:

(A)  causa. (B) finalidade.  (C) lugar.  (D) tempo

Leia o texto abaixo:
A gralha vaidosa

Júpiter deu a notícia de que pretendia escolher um rei para os pássaros e marcou uma data para que todos eles comparecessem diante de seu trono. O mais bonito seria declarado rei. Querendo arrumar-se o melhor possível, os pássaros foram tomar banho e alisar as penas às margens de um arroio. A gralha também estava lá no meio dos outros, só que tinha certeza de que nunca ia ser a escolhida, porque suas penas eram muito feias.
“Vamos dar um jeito”, pensou ela.
Depois que os outros pássaros foram embora, muitas penas ficaram caídas pelo chão; a gralha recolheu as mais bonitas e prendeu em volta do corpo. O resultado foi deslumbrante: nenhum pássaro era mais vistoso que ela. Quando o dia marcado chegou, os pássaros se reuniram diante do trono de Júpiter; Júpiter examinou todo mundo e escolheu a gralha para rei. Já ia fazer a declaração oficial quando todos os outros pássaros avançaram para o futuro rei e arrancaram suas penas falsas uma a uma, mostrando a gralha exatamente como ela era.

Moral: Belas penas não fazem belos pássaros.

Fonte: http://www.metaforas.com.br/infantis/agralhavaidosa.htm
O problema da gralha vaidosa começou quando ela:
A) Decidiu participar do concurso.                               B) Teve as penas arrancadas.
C) Apresentou-se diante de Júpiter.                             D) Usou as penas que não eram dela

- Identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros. (9º ano)

MENTE QUIETA, CORPO SAUDÁVEL
A meditação ajuda a controlar a ansiedade e a aliviar a dor? Ao que tudo indica, sim. Nessas duas áreas os cientistas encontraram as maiores evidências da ação terapêutica da meditação, medida em dezenas de pesquisas.
Nos últimos 24 anos, só a clínica de redução do estresse da Universidade de Massachusetts monitorou 14 mil portadores de câncer, AIDS, dor crônica e complicações gástricas.
Os técnicos descobriram que, submetidos a sessões de meditação que alteraram o foco da sua atenção, os pacientes reduziram o nível de ansiedade e diminuíram ou abandonaram o uso de analgésicos.

(Revista Superinteressante, outubro de 2003)
O texto tem por finalidade:

A) criticar.        
B) conscientizar.        
C) denunciar.    
D) informar.


(Prova Brasil). Leia o texto abaixo.
Feias, sujas e imbatíveis
(fragmento)

As baratas estão na Terra há mais de 200 milhões de anos, sobrevivem tanto no deserto como nos pólos e podem ficar até 30 dias sem comer. Vai encarar?
Férias, sol e praia são alguns dos bons motivos para comemorar a chegada do verão e achar que essa é a melhor estação do ano. E realmente seria, se não fosse por um único detalhe: as baratas. Assim como nós, elas também ficam bem animadas com o calor. Aproveitam a aceleração de seus processos bioquímicos para se reproduzirem mais rápido e, claro, para passearem livremente por todos os cômodos de nossas casas.
Nessa época do ano, as chances de dar de cara com a visitante indesejada, ao acordar durante a noite para beber água ou ir ao banheiro, são três vezes maiores.

Revista Galileu. Rio de Janeiro: Globo, Nº 151, Fev. 2004, p.26.

No trecho “Vai encarar?” (ℓ. 2), o ponto de interrogação tem o efeito de:

(A) apresentar.                  (B) avisar.  (C) desafiar. (D) questionar.

(SEPR). Leia o texto abaixo:
Bolhas
Olha a bolha d’água no galho! Olha o orvalho!Olha a bolha de vinho na rolha!Olha a bolha!
Olha a bolha na mão que trabalha.Olha a bolha de sabão na ponta da palha:
brilha, espelha e se espalha.Olha a bolha!
Olha a bolha que molha a mão do menino:A bolha da chuva da calha!
                                                             Cecília Meireles

No verso “Olha a bolha!” O ponto de exclamação expressa:

A) Um susto        B) Um convite. C) Uma admiração. D) Uma ordem.

(SPAECE). Leia os textos abaixo.

Texto 1
Mundo cão I
Gostaria de parabenizar a repórter Fátima Sá pela excelente reportagem sobre a exposição de cães e agradecê-la pela linda capa da revista. Simplesmente você fez o meu domingo ser um dos domingos mais alegres da minha vida! O máximo! As fotos ficaram ótimas, e você conseguiu de forma bem objetiva explicar o que acontece nas exposições.
Fabiana Perrone , Rio de Janeiro , RJ

Texto 2
Mundo cão II
A capa da revista foi um soco no meu estômago. O conteúdo da reportagem é chocante. Como é que pessoas, em nome da futilidade e da ganância, submetem os pobres animais a terríveis torturas! Pobre daquele poodle, com aquela montanha de pelos repuxados, que sofrimento. Esses animais não devem poder beber nem comer durante essas torturas, pois na certa estragariam a festa de seus donos, ávidos pelos prêmios.
Neusa Rego, Rio de Janeiro, RJ
Revista O Globo. Ano 5, nº 255. 14 jun de 2009.

No Texto 1, o ponto de exclamação, em suas duas ocorrências, marca

A) o entusiasmo da autora.
B) o sarcasmo da autora.
C) a rebeldia da autora.
D) a superficialidade da autora.



Leia o texto abaixo.
Texto I
Os cerrados
Essas terras planas do planalto central escondem muitos riachos, rios e cachoeiras. Na verdade, o cerrado é o berço das águas. Essas águas brotam das nascentes de brejos ou despencam de paredões de pedra. Em várias partes do cerrado brasileiro existem canyons com cachoeiras de mais de cem metros de altura!
SALDANHA, P. Os cerrados . Rio de Janeiro: Ediouro, 2000.
Texto II
Os Pantanais
O homem pantaneiro é muito ligado à terra em que vive. Muitos moradores não pretendem sair da região. E não é pra menos: além das paisagens e do mais lindo pôr-dosol do Brasil Central, o Pantanal é um santuário de animais selvagens. Um morador do Pantanal do rio Cuiabá, olhando para um bando de aves, voando sobre veados e capivaras, exclamou: “O Pantanal parece com o mundo no primeiro dia da criação.”
SALDANHA, P. Os pantanais. Rio de Janeiro: Ediouro, 1995.

Os dois textos descrevem:

(A) belezas naturais do Brasil Central.         (B) animais que habitam os pantanais.
(C) problemas que afetam os cerrados.       (D) rios e cachoeiras de duas regiões.

Texto II
João e o pé de feijão

Era uma vez uma família de camponeses que viviam em extrema dificuldade. João e sua mãe não tinham mais nada, a não ser uma vaca leiteira, que não produzia mais leite. A mãe do menino pede a ele que vá até a cidade vender a vaca. No caminho, João encontra um camponês, que, ao saber que o menino quer vender a vaca, propõe uma troca: a vaca por cinco feijões mágicos. João aceita. Ao chegar em casa porém, João acaba levando um sermão de sua mãe que irritada, joga as sementes no quintal. Durante a noite as sementes começam a se transformar num enorme pé de feijão.
 (http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_e_o_
p%C3%A9_de_feij%C3%A3o)(Acesso: 20/03/2009).
 Comparando os dois textos com relação ao tema, percebe-se que eles são:

(A)  idênticos(B)  contrários.(C) antagônicos.(D) diferentes.

PM-CAMAÇARI). Leia os textos abaixo:
Texto 1:
O ladrão e o cão de casa
Querendo um ladrão entrar em uma casa de noite para roubar, achou à porta um cão, que com latidos a impedia. O cauteloso ladrão, para acalmá-lo, lhe lançou um pedaço de pão. Mas o cão disse: — Bem entendo que me dás este pão para que cale, e te deixe roubar a casa, não por amor que me tenhas: porém já que o dono da casa me sustenta toda a vida. Não deixarei de latir, se não for embora, até que ele acorde, e te venha surrar. Não quero que este bocado de pão que me custe morrer de fome toda a minha vida.

Moral: sempre terá amanhã, aquele que valoriza o que tem hoje.

Texto 2:
QUADRILHA DE ROUBO DE CASAS É PRESA EM FLAGRANTE EM SÃO PAULO
Grupo foi preso após roubar duas residências e tentar invadir uma terceira; seis pessoas foram presas
04 de maio de 2009 / 11h17m
Solange Spigliatti – Central de Notícias
Seis pessoas foram presas na manhã desta segunda-feira, 4, após dois assaltos em residências na região de Vila Matilde, na zona leste de São Paulo. Foram apreendidas três armas de fogo, além de recuperados todos os materiais roubados. Segundo a Polícia Militar, cinco ladrões roubaram uma residência e na fuga teriam atirado no pé do filho do dono da casa, um garoto de 16 anos. Na sequência, roubaram outra casa no mesmo bairro. Os policiais militares conseguiram interceptar em uma terceira residência, local onde estavam os produtos do roubo. Foi presa uma mulher nesse local.

Os dois textos falam sobre assalto, mas somente no segundo a linguagem é

A) realista         B) fictícia. C) literária. D) ilusória.


D14 – Identificar o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações.

FEIAS, SUJAS E IMBATÍVEIS (fragmento)
As baratas estão na Terra há mais de 200 milhões de anos, sobrevivem tanto no deserto como nos pólos e podem ficar até 30 dias sem comer. Vai encarar?
Férias, sol e praia são alguns dos bons motivos para comemorar a chegada do verão e achar que essa é a melhor estação do ano. E realmente seria, se não fosse por um único detalhe: as baratas. Assim como nós, elas também ficam bem animadas com o calor. Aproveitam a aceleração de seus processos bioquímicos para se reproduzirem mais rápido e, claro, para passearem livremente por todos os cômodos de nossas casas.
Nessa época do ano, as chances de dar de cara com a visitante indesejada, ao acordar durante a noite para beber água ou ir ao banheiro, são três vezes maiores.
Revista Galileu. Rio de Janeiro: Globo, Nº 151, Fev. 2004, p.26.

No trecho “Vai encarar?” (ℓ. 2), o ponto de interrogação tem o efeito de:
(A) apresentar.(B) avisar. (C) desafiar. (D) questionar.

D11 – Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato.

A RAPOSA E AS UVAS III

Num dia quente de verão, a raposa passeava por um pomar. Com sede e calor, sua atenção foi capturada por um cacho de uvas.“Que delícia”, pensou a raposa, “era disso que eu precisava para adoçar a minha boca”. E, de um salto, a raposa tentou, sem sucesso, alcançar as uvas.
Exausta e frustrada, a raposa afastou-se da videira, dizendo: “Aposto que estas uvas estão verdes.” Esta fábula ensina que algumas pessoas quando não conseguem o que querem, culpam as circunstâncias.
(http://www1.uol.com.br/crianca/fabulas/noflash/raposa. htm)

A frase que expressa uma opinião é:
(A) "a raposa passeava por um pomar."  (B) “sua atenção foi capturada por um cacho de uvas."
(C) "a raposa afastou-se da videira"         (D) "aposto que estas uvas estão verdes"

D12 – Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas por conjunções, advérbios, etc.

PEPITA E A PIABA
Lá no fundo do rio, vivia Pepita: uma piaba miudinha.
Mas Pepita não gostava de ser assim.
Ela queria ser grande... bem grandona...
Tomou pílulas de vitamina... Fez ginástica de peixe... Mas nada... Continuava miudinha.
– O que é isso? Uma rede?
Uma rede no rio! Os pescadores!
Ai, ai, ai... Foi um corre-corre... Foi um nada-nada...
Mas... muitos peixes ficaram presos na rede.
E Pepita?
Pepita escapuliu... Ela nadou, nadou pra bem longe dali!
CONTIJO, Solange A. Fonseca. Pepita a piaba. Belo Horizonte: Miguilim, s.d.
No trecho “Lá no fundo do rio, vivia Pepita” (l. 1), a expressão sublinhada dá idéia de:

(A) causa. (B) explicação. (C) lugar. (D) tempo.






D13 – Identificar efeitos de ironia ou humor em textos variados.

CONTINHO
Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho, imaginando bobagem, quando passou um vigário a cavalo.
— Você, aí, menino, para onde vai essa estrada?
— Ela não vai não: nós é que vamos nela.
— Engraçadinho duma figa! Como você se chama?
— Eu não me chamo, não, os outros é que me chamam de Zé.
MENDES CAMPOS, Paulo, Para gostar de ler − Crônicas. São Paulo: Ática, 1996, v. p. 76.

Há traço de humor no trecho em:
(A) “Era uma vez um menino triste, magro”. (B) “ele estava sentado na poeira do caminho”.
(C) “quando passou um vigário”.                     (D) “Ela não vai não: nós é que vamos nela”.

Descritor D6 – Identificar um fato de um texto.

A Boneca Guilhermina

Esta é a minha boneca, a Guilhermina. Ela é uma boneca muito bonita, que faz xixi e cocô. Ela é muito boazinha também. Faz tudo o que eu mando. Na hora de dormir, reclama um pouco. Mas depois que pega no sono, dorme a noite inteira! Às vezes ela acorda no meio da noite e diz que está com sede. Daí eu dou água para ela. Daí ela faz xixi e eu troco a fralda dela. Então eu ponho a Guilhermina dentro do armário, de castigo. Mas quando ela chora, eu não aguento. Eu vou até lá e pego a minha boneca no colo. A Guilhermina é a boneca mais bonita da rua.
MUILAERT, A. A boneca Guilhermina. In: __ As reportagensde Penélope. São Paulo: Companhia das  Letrinhas, 1997. p. 17. Coleção Castelo Rá-Tim-Bum – vol. 8.
O texto trata, PRINCIPALMENTE,

(A) das aventuras de uma menina.                      (B) das brincadeiras de uma boneca.
(C) de uma boneca muito especial.                      (D) do dia-a-dia de uma menina.

SPAECE). Leia o texto abaixo responda:
Mata Atlântica

A floresta densa e úmida que você vê, quando vai a muitas de suas praias preferidas é a Mata Atlântica. Quando o Brasil foi descoberto, ela margeava todo o litoral, desde o Nordeste até o Sul do país.
Hoje, restam apenas 7% da vegetação, abrigo de mais de 20 mil espécies de plantas, 261 espécies de mamíferos, 340 de anfíbios, 192 de répteis e 1 020 de pássaros. Boa parte dessas espécies só existe na Mata Atlântica.
Nova Escola. mar. 2009.
Qual é o assunto desse texto?
A) A constituição da Mata Atlântica.                B) A extensão do litoral brasileiro.
C) O desaparecimento da floresta.                  D) O descobrimento do Brasil.

O Galo e a Pedra Preciosa
Esopo
Um Galo, que procurava no terreiro, alimento para ele e suas galinhas, acaba por encontrar uma pedra preciosa de grande beleza e valor. Mas, depois de observá-la por um instante, comenta desolado:
— Se ao invés de mim, teu dono tivesse te encontrado, ele decerto não iria se conter diante de tamanha alegria, e é quase certo que iria te colocar em lugar digno de adoração. No entanto, eu te achei e de nada me serves. Antes disso, preferia ter encontrado um simples grão de milho, a que todas as jóias do Mundo!

Moral da História: A necessidade de cada um é o que determina o real valor das coisas. www.sitededicas.com.br
O tema desse texto é:

(A) a beleza e o valor da pedra preciosa            (B) a relação entre valor e necessidade
(C) o alimento preferido de galos e galinhas       (D) o encontro do galo com a pedra.


-
(SAEPE). Leia o texto abaixo.
Qual a diferença entre a onça, o tigre e o leopardo?

Os três são felinos, carnívoros e ótimos caçadores. Eles possuem presas grandes e garras que se escondem embaixo da pele. Mas são espécies diferentes. A onça vive nas Américas, tem o pêlo cheio de manchas com uma pinta preta no meio. Já o leopardo vive na Ásia e na África e também tem manchas, mas sem a pinta preta no meio. O tigre habita na Ásia e não tem manchas, mas listras. O curioso é que o desenho das manchas ou listras é diferente de um animal para outro, como nossas impressões digitais. Assim, não existem dois tigres, onças ou leopardos iguais.

Revista Recreio, nº252, 2005
Esse texto trata:

(A) dos hábitos dos felinos. 
(B) das diferenças e semelhanças entre as moradias dos animais.
(C) das diferenças e semelhanças entre o tigre, a onça e o leopardo.
(D) dos hábitos dos carnívoros.

Leia o texto abaixo.
ROSEANA MURRAY

Roseana Murray nasceu no Rio de Janeiro, onde vive até hoje. É casada, tem dois filhos e mais de quarenta livros publicados. Roseana gosta de animais e de viajar pelo mundo, olhando as coisas e as pessoas. Além de escrever poemas para gente de todas as idades, ela visita feiras de livros e escolas, onde trabalha junto com professores e alunos. Suas poesias falam de coisas simples como amor, peixes e flores. Em seu livro Receitas de Olhar, encontramos sugestões poéticas para sermos felizes. Recentemente, Roseana fez uma grande descoberta, a Internet; ela está adorando trabalhar em sua página http://www.docedeletra.com.br/murray, onde responde carinhosamente a todos que lhe escrevem.
Fonte: http://www.edukbr.com.br/leituraeescrita/setembro02/iautores.asp

Esse texto é
A) uma receita.            B) uma biografia.  C) um poema.   D) um aviso.

(SARESP-2011). Leia o texto abaixo.
As minhocas

As minhocas são muito importantes para o homem. As minhocas abrem caminhos na terra cavando túneis. Com essa atividade elas ajudam a manter a qualidade do solo – a terra fica mais ventilada, fértil e produtiva. Assim, elas fazem muito bem para a terra e para o plantio. Por isso, em muitos lugares, elas são vendidas para o uso na agricultura.
(Revista Semanal da Lição de Casa. São Paulo: Klick Editora, n.º 21, p. 4-5. Adaptado.)
Esse texto serve para
(A) divertir.
(B) emocionar.
(C) informar.
(D) surpreender.

 (SADEAM). Leia o texto abaixo:

POR QUE BATATA FRITA ENGORDA
A batata é um vegetal importante, pois tem carboidratos e vitamina A. No caso da batata frita, o que engorda é o óleo da fritura. Para se ter uma ideia, uma porção de batatas fritas de 100 gramas tem cerca de 274 calorias, enquanto uma porção de batata cozida tem só 68 calorias. Outros vegetais, se forem servidos fritos, também engordam.
Revista Recreio, fevereiro de 2007. *Adaptado: Reforma Ortográfica.
O assunto desse texto é
A) a importância da batata na alimentação.     B) a receita de alimentos cozidos e calóricos.

C) o motivo pelo qual batata frita engorda.      D) o peso de uma porção de batatas fritas.








(HABILIDADE – Identificar o gênero do texto.)

Leia o texto abaixo.

Pipoca
• 2 xícaras de milho de pipoca
• 1 colher de manteiga ou óleo
• Sal a gosto
Coloque a manteiga ou óleo numa panela grande e leve ao fogo forte. Junte o milho e mexa sem parar. Quando o milho começar a estourar tampe a panela e abaixe o fogo para não queimar.

OBS.: Se gostar de pipoca doce faça uma calda de açúcar em ponto de fio e jogue as pipocas que já devem estar prontas. Misture bem, esfrie e sirva.

REIS, Emanoel de Carvalho. Mesa do Pimpolho. Paraná: Pimpolho, s/d.(Coleção A Turminha do Pimpolho).

Esse texto é
  1. (   )    um classificado                       
  2. (   )    uma receita
  3. (   )    um bilhete                   
  4. (   )    uma notícia.
(HABILIDADE – Localizar informação explícita em um texto.)
Leia o texto abaixo.

O Desenhista

A professora pegou Joãozinho na sala de aula desenhando caricaturas de seus amiguinhos. Tomou seu caderno e disse:
– Vamos mostrar para a diretora e ver o que ela acha disso!
Chegando na sala da diretora, após esta olhar com atenção para os desenhos, exclamou:
– Muito bonito isso, não é, seu Joãozinho?
Respondeu Joãozinho com a maior naturalidade do mundo:
– Bonito e bem desenhado. Na verdade, eu sempre soube que era um grande artista, mas a modéstia me impedia de falar sobre o assunto. Mas agora, vindo da senhora, sei que é sincero, por isso fico muito contente!

sitededicas.uol.com.br, 19 de maio de 2008.

O que Joãozinho estava desenhando?
  1.   (   )     A professora               
  2.   (   )     Os amiguinhos
  3.   (   )     A diretora                   
  4.   (   )     Os artistas.
4 - (HABILIDADE – Identificar o tema de um texto.)

Leia o texto abaixo.

O Galo e a Pedra Preciosa
                                               Esopo
Um Galo, que procurava no terreiro, alimento para ele e suas galinhas, acaba por encontrar uma pedra preciosa de grande beleza e valor. Mas, depois de observá-la por um instante, comenta desolado:
— Se ao invés de mim, teu dono tivesse te encontrado, ele decerto não iria se conter diante de tamanha alegria, e é quase certo que iria te colocar em lugar digno de adoração.
No entanto, eu te achei e de nada me serves. Antes disso, preferia ter encontrado um simples grão de milho, a que todas as joias do Mundo!

Moral da História:
A necessidade de cada um é o que determina o real valor das coisas


O tema desse texto é
A.     (   ) a beleza e o valor da pedra preciosa
B.     (   ) a relação entre valor e necessidade
C.     (   ) o alimento preferido de galos e galinhas
D.     (   ) o encontro do galo com a pedra.


5 - (HABILIDADE – Identificar o tema central de um texto,)

Leia o texto abaixo.

Qual a diferença entre a onça, o tigre e o leopardo?

Os três são felinos, carnívoros e ótimos caçadores. Eles possuem presas grandes e garras que se escondem embaixo da pele. Mas são espécies diferentes. A onça vive nas Américas, tem o pêlo cheio de manchas com uma pinta preta no meio. Já o leopardo vive na Ásia e na África e também tem manchas, mas sem a pinta preta no meio. O tigre habita na Ásia e não tem manchas, mas listras. O curioso é que o desenho das manchas ou listras é diferente de um animal para outro, como nossas impressões digitais. Assim, não existem dois tigres, onças ou leopardos iguais.

Revista Recreio, nº252, 2005

Esse texto trata
  1.   (   ) dos hábitos dos felinos.
  2.   (   ) das diferenças e semelhanças entre as moradias dos animais.
  3.   (   ) das diferenças e semelhanças entre o tigre, a onça e o leopardo
  4.   (   ) dos hábitos dos carnívoros.
________________________________________________________
7 - (HABILIDADE – Identificar o propósito comunicativo dos diversos gêneros discursivos.)

Leia o texto abaixo.

LIÇÕES EM CASA

Você já notou que muitos bichos preferem ficar em turma? Vivendo em grupo, os mais velhos protegem os mais novos. E os filhotes aprendem a encarar a vida na mata observando os adultos.
Com os humanos acontece a mesma coisa. Rodeado pelos familiares, nos sentimos protegidos. Deles recebemos carinho, cuidados e aprendemos uma porção de coisas.

In: Revista Recreio. Garota Atômica. Ano 05-10/03/05- n° 261

O texto tem a finalidade de
  1.   (   ) ensinar uma brincadeira.
  2.   (   ) divertir o leitor.
  3.   (   ) fazer um convite.
  4.   (   ) informar sobre alguns hábitos.

SARESP2011). Leia o texto abaixo.
Artigo 29

I) Todo homem tem deveres para com a comunidade, na qual o livre e pleno desenvolvimento de sua personalidade é possível.
II) No exercício de seus direitos e liberdades todo o homem estará sujeito apenas às limitações determinadas pela lei, exclusivamente com o fim de assegurar o devido reconhecimento e respeito dos direitos e liberdades de outrem e de satisfazer as justas exigência da moral, da ordem pública e do bem estar de uma sociedade democrática.
III) Esses direitos e liberdades não podem, em hipótese alguma, ser exercidos contrariamente aos objetivos e princípios das Nações Unidas.

(Declaração Universal dos Direitos Humanos. Disponível em: www.dhnet.org.br/direitos/deconu/textos integra.htm Acesso ago. 2008)


Esse texto tem por objetivo

(A) apresentar uma opinião.                     (B) conscientizar os homens.
(C) estabelecer comunicação.                   (D) indicar direitos e deveres.

Leia o texto para responder a questão abaixo:
Mente quieta, corpo saudável

A meditação ajuda a controlar a ansiedade e a aliviar a dor? Ao que tudo indica, sim. Nessas duas áreas os cientistas encontraram as maiores evidências da ação terapêutica da meditação, medida em dezenas de pesquisas. Nos últimos 24 anos, só a clínica de redução do estresse da Universidade de Massachusetts monitorou 14 mil portadores de câncer, aids, dor crônica e complicações gástricas. Os técnicos descobriram que, submetidos a sessões de meditação que alteraram o foco da sua atenção, os pacientes reduziram o nível de ansiedade e diminuíram ou abandonaram o uso de analgésicos.
Revista Superinteressante, outubro de 2003

O texto tem por finalidade

(A) criticar. (B) conscientizar. (C) denunciar. (D) informar.

(SPAECE). Leia o texto abaixo.

O QUE É E COMO SE CALCULA O ÍNDICE PLUVIOMÉTRICO?

O índice pluviométrico refere-se à quantidade de chuva por metro quadrado em determinado local, representado em milímetros. Para chegar a esse índice, as centenas de estações meteorológicas espalhadas pelo país utilizam um aparelho conhecido como pluviômetro. Há vários modelos diferentes, mas o instrumento constitui-se, basicamente, de funil de captação e básculas que enviam sinais elétricos para uma estação meteorológica. Com base em todos os aparelhos instalados na cidade, é possível chegar à média de precipitação observada na área total.
SOUZA, Ester Maria. Nova Escola. Abril, ano 24, nº 223, p. 26.

A finalidade desse texto é
A) divertir.                        B) informar.                 C) instruir.           D) relatar.

D2 - Estabelecer relações entre partes de um texto, identificando repetições ou substituições que contribuem para a continuidade de um texto.

(Equipe PIP). Leia o texto abaixo.
O corvo e a raposa
Um corvo, empoleirado sobre uma árvore, segurava em seu bico um queijo. Uma raposa, atraída pelo cheiro, dirigiu-lhe mais ou menos as seguintes palavras:
- Olá, doutor corvo! Como o senhor é lindo, como o senhor me parece belo! Sem mentira, se sua voz se assemelha a sua plumagem, então o senhor é a fênix dos habitantes destes bosques.
Diante dessas palavras, o corvo, não cabendo em si de contente, para mostrar sua bela voz, abriu um grande bico e deixou cair sua presa. A raposa apoderou-se dela e disse:
- Meu caro senhor, aprenda que todo bajulador vive às custas de quem lhe dê ouvidos. Esta lição vale, sem dúvida, um queijo. O corvo, envergonhado e confuso, jurou, um pouco tarde é verdade, que ele não cairia mais nessa.
La Fontaine. Fables, 918.

No trecho “... para mostrar sua bela voz, abriu um grande bico e deixou cair sua presa. A raposa apoderou-se dela...”, as palavras em destaque referem-se:

A) à voz.                 B) ao bico.              C) à raposa.            D) ao corvo.




(Equipe PIP). Leia o texto abaixo.

A COSTUREIRA DAS FADAS
Depois do jantar o príncipe levou Narizinho à casa da melhor costureira do reino. Era uma aranha de Paris, que sabia fazer vestidos lindos, lindos até não poder mais! Ela mesma tecia a fazenda, ela mesma inventava as modas. - Dona Aranha, disse o príncipe, quero que faça para esta ilustre dama o vestido mais bonito do mundo. Vou dar uma grande festa em sua honra e quero vê-la deslumbrar a corte. Disse e retirou-se. Dona Aranha tomou da fita métrica e, ajudada por seis aranhinhas muito espertas, principiou a tomar as medidas. Depois teceu depressa, depressa, uma fazenda cor-de-rosa com estrelinhas douradas, a coisa mais linda que se possa imaginar. Teceu também peças de fitas e peças de renda e peças de entremeios – até carretéis de linha de seda fabricou.
MONTEIRO LOBATO, José Bento. Reinações de Narizinho. São Paulo: Brasiliense, 1973.

A expressão “ilustre dama” se refere à:

A) Fada.           B) Narizinho.              C) Dona Aranha.    D) Costureira

(Projeto con(seguir)-DC). Leia o texto abaixo.
DESMATAMENTO

É a remoção ou destruição de grandes áreas de floresta. Ele acontece por muitas razões, como exploração madeireira ilegal, agricultura, desastres naturais, urbanização e mineração. Há diversas maneiras de remover florestas: queimadas e o corte de árvores são dois métodos. Ainda que o desmatamento aconteça em todo mundo, atualmente, ele é uma questão especialmente crítica nas florestas tropicais da Amazônia, já que essa é a única grande floresta ainda em pé no mundo. Lá, as espécies de plantas e animais que ela abriga vêm desaparecendo em ritmo alarmante. Em agosto de 2008, por exemplo, especialistas mediram a destruição de floresta na Amazônia em 756 quilômetros quadrados, o equivalente a metade do território da cidade de São Paulo. Os efeitos do desmatamento são duradouros e devastadores. Espécies inteiras de insetos e animais desaparecem devido à destruição de seus habitat. O desmatamento pode causar também inundações catastróficas.
Fonte: http://ambiente.hsw.uol.com.br/desmatamento.htm. http://ambiente.hsw.uol.com.br/desmatamento.htm

Ele acontece por muitas razões...” No trecho acima, a palavra sublinhada pode ser substituída sem prejuízo da compreensão do texto por:

(A) o mundo. (B) o desmatamento. (C) o habitat. (D) o território.

AvaliaBH). Leia o texto abaixo a seguir e responda.

O macaco perante o Juiz de Direito
Andavam um bando de macacos em troça, pulando de árvore em árvore, nas bordas de uma grota. Eis senão quando um deles vê no fundo uma onça que lá caíra. Os macacos se enternecem e resolvem salvá-la. Para isso, arrancaram cipós, emendaram-nos bem, amarraram a corda assim feita à cintura de cada um deles e atiraram uma das pontas à onça. Com o esforço reunido de todos, conseguiram içá-la e logo se desamarraram, fugindo. Um deles, porém, não o pôde fazer a tempo e a onça segurou-o imediatamente.Compadre macaco, disse ela, tenha paciência. Estou com fome e você vai fazer-me o favor de deixar-se comer. O macaco rogou, instou, chorou; mas a onça parecia inflexível. Simão então lembrou que a demanda fosse resolvida pelo juiz de direito. Foram a ele, o macaco sempre agarrado pela onça. É juiz de direito, entre os animais, o jabuti, cujas audiências são dadas à borda dos rios, colocando-se ele em cima de uma pedra. Os dois chegaram e o macaco expôs as suas razões. O jabuti ouviu e no fim ordenou:
– Bata palmas. Apesar de seguro pela onça, o macaco pôde assim mesmo bater palmas. Chegou a vez da onça, que também expôs suas razões e motivos.
– Bata palmas. A onça não teve remédio senão largar o macaco que escapou, e também o juiz atirando-se na água.
Disponível em:
Fim_de_Policarpo.../I/II.> Acesso em: 22 fev. 2010.
No trecho “...atirando-se na água.” (. 19-20), a palavra destacada refere-se ao termo

A) onça.              B) Simão.          C) juiz.        D) jabuti.



(AvaliaBH). Leia o texto abaixo.
A ONÇA

Dos moradores do sítio de Dona Benta, o mais andejo era o Marquês de Rabicó. Conhecia todas as florestas, inclusive o capoeirão dos taquaruçus, mato muito cerrado onde Dona Benta não deixava que os meninos fossem passear. Certo dia em que Rabicó se aventurou nesse mato em procura das orelhas-de-pau que crescem nos troncos podres, parece que as coisas não lhe correram muito bem, pois voltou na volata.
– Que aconteceu? – perguntou Pedrinho, ao vê-lo chegar todo arrepiado e com os olhos cheios de susto. – Está com cara de marquês que viu onça...
– Não vi, mas quase vi! – respondeu Rabicó, tomando fôlego. – Ouvi um miado esquisito e dei com uns rastos mais esquisitos ainda. Não conheço onça, que dizem ser um gatão assim do tamanho dum bezerro. Ora, o miado que ouvi era de gato, mas mais forte, e os rastos também eram de gato, mas muito maiores. Logo, era onça.
Lobato , Monteiro. As caçadas de Pedrinho. S. Paulo: Brasiliense, 1977. 27 ed.

Em “Não conheço onça, que dizem ser um gatão assim do tamanho dum bezerro.” (ℓ. 9-10), a
palavra destacada se refere a

A) gatão.           B) onça.           C) Pedrinho.          D) Rabicó.
                                  Simulado de Língua Portuguesa

Prova Brasil). Leia o texto abaixo:
Leia o texto abaixo:
A função da arte

Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kovadloff, levou-o para que descobrisse o mar. Viajaram para o Sul. Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando.
Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto fulgor, que o menino ficou mudo de beleza. E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai:
– Me ajuda a olhar!

GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Trad. Eric Nepomuceno 5ª ed. Porto Alegre: Editora L & PM, 1997.
O menino ficou tremendo, gaguejando porque
(A) a viagem foi longa.                             (B) as dunas eram muito altas.
(C) o mar era imenso e belo.                    (D) o pai não o ajudou a ver o mar.

(SADEAM). Leia o texto abaixo.
A ONÇA DOENTE
A onça caiu da árvore e por muitos dias esteve de cama seriamente enferma. E como não pudesse caçar, padecia de fome das negras.
Em tais apuros imaginou um plano.
– Comadre irara – disse ela – corra o mundo e diga à bicharia que estou à morte e exijo que venham visitar-me.
A irara partiu, deu o recado e os animais, um a um, principiaram a visitar a onça.
Vem o veado, vem a capivara, vem a cutia, vem o porco-do-mato.
Veio também o jabuti.
Mas o finório jabuti, antes de penetrar na toca, teve a lembrança de olhar para o chão.
Viu na poeira só rastos entrantes, não viu nenhum rasto sainte. E desconfiou:
– Hum!... Parece que nesta casa quem entra não sai. O melhor, em vez de visitar a nossa querida onça doente, é ir rezar por ela...
E foi o único que se salvou.
LOBATO, Monteiro. Fábulas. São Paulo: ed. Brasiliense, 1998.

Da leitura do texto, pode-se entender que a onça encontrava-se doente porque
A) havia caído da árvore.
B) estava com muita fome.
C) não podia caçar.
D) estava em apuros.






(AvaliaBH). Leia o texto abaixo.
Aulas com pipas!
Sabia que é possível aprender muita coisa enquanto você se diverte com esse brinquedo?
Papagaio, pandorga, arraia, cafifa ou, simplesmente, pipa. Não importa o nome que receba esse brinquedo, feito com varetas de madeira leve, papel fino e linha: qualquer pessoa tem tudo para se encantar com ele! Pudera: colocar uma pipa para bailar no ar é a maior diversão! E sabia que, na sala de aula, a pipa tem muito a ensinar?
Nas aulas de português, as pipas inspiravam poesias e redações e a professora de história aproveitava para, obviamente, falar um pouco sobre a história das pipas. Quer saber o resultado de tanta integração? Excelentes notas no final do ano e um grande festival de pipas para comemorar!
Ah! E se você há muito tempo gosta de soltar
papagaios por aí, responda depressa: está tomando os cuidados necessários para não sofrer um acidente? Então, anote algumas dicas: nunca use cerol – uma mistura de cola e vidro moído, extremamente cortante e perigosa – e procure soltar suas pipas em lugares apropriados, longe de fios elétricos.
Disponível em: Acesso em 22/11/04. Adaptado.

Ao terminar o ano, a consequência de tanto entusiasmo pelo brinquedo foi

A) a melhoria da disciplina na escola.                       B) a pesquisa de outros nomes para pipa.

C) o crescimento das notas dos estudantes.                D) o aumento de cuidados com as pipas.

(AvaliaBH). Leia o texto abaixo.
O galo e a raposa

O galo e as galinhas viram de longe uma raposa que chegava. Empoleiraram-se na árvore mais próxima para escapar da inimiga.
Usando de esperteza, a raposa chegou perto da árvore e dirigiu-se a eles:
– Ora, meus amigos, podem descer daí. Não sabem que foi decretada a paz entre os animais? Desçam e vamos festejar este dia tão feliz! Mas o galo, que também não era tolo, respondeu:
– Que boas notícias! Mas estou vendo daqui de cima alguns cães que estão chegando. Decerto eles também vão querer festejar...
A raposa mais que depressa foi saindo:
– Olha, é melhor que eu vá andando... Os cães podem não saber da novidade e me matar...
ROCHA, Ruth. Fábulas de Esopo. São Paulo: FTD, 1999, p. 7.

O galo e as galinhas subiram na árvore porque

A) gostam de ficar empoleirados.            B) queriam escapar da raposa.
C) seus amigos estavam lá em cima.      D) um cachorro vinha na direção deles.

(SAERS). Leia o texto abaixo.
Passeio pelo campo
Começaram as férias. Valentina se prepara para passar uns dias na casa de seus avós. Por isso, está um pouco inquieta, afinal, viajará sozinha, experiência que realiza pela primeira vez.
Os pais a acompanham até a rodoviária, de onde se despedem com beijos, abraços e muitas recomendações:
– Comporte-se bem! Avise assim que chegar... Ajude seus avós nas tarefas de casa!
O ônibus parte rapidamente. Valentina, emocionada, olha pela janela e acena para seus pais, que respondem da plataforma da estação.
Fica olhando... cada vez os vê menores, como pontinhos agitando as mãos, em alegre despedida.
À medida que se distancia, ficam para trás a cidade, seus altos edifícios e grandes casas, as enormes chaminés das fábricas, suas amplas avenidas e uma multidão de pessoas, que se dirigem a todas as partes.
REPETTO, Juan Carlos Porta. Passeio pelo campo. Curitiba: Módulo. p. 2, 3 e 4. Fragmento.

Nesse texto, a menina vê os pais cada vez menores porque

A) ela fechava os olhos com sono.                            B) ela se afastava da estação.
C) os altos edifícios ficaram na frente dos seus pais.  D) os pais estavam sentados no banco da estação.


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