quinta-feira, 7 de maio de 2015

Ler e Escrever: Um Compromisso de Todos

PROJETO


Ler Escrever: Um Compromisso de Todos



"... A minha contribuição foi encontrar uma explicação segundo a qual, por trás da mão que pega o lápis, dos olhos que olham, dos ouvidos que escutam,há uma criança que pensa".
                                                                                            (Emília Ferreiro)
  
I - JUSTIFICATIVA:
  
                     Sabe-se que um dos principais problemas na Educação no momento atual, é a dificuldade que os educandos têm de ler e produzir textos. Compreender a aquisição do conhecimento sem o domínio da leitura é uma tarefa praticamente impossível, tendo em vista que por meio dessa atividade o aluno tem acesso a todas as áreas do conhecimento, interagindo com variadas fontes de informações.
                   Superar essa dificuldade tem sido o desafio dos educadores, gestores e técnicos da Escola Municipal Pedra do Reino que desejam formar leitores críticos e reflexivos para a escola e para a vida. O resultado do IDEB ainda nos preocupa, levando-nos a questionar nossas práticas e a rever nosso papel social na escola. A unanimidade dos colegas em relação a isso nos deu fôlego e impulso para elaborar este projeto. Neste contexto, esta escola com base em dados que mostram as disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática como críticas no processo educativo, e constatando que a leitura é um caminho para reverter esse quadro, busca-se através deste projeto interdisciplinar, propiciar atividades mais dinâmicas, oferecendo obras e temas variados, de fácil compreensão, que possam envolver aspectos do conhecimento curricular de forma lúdica e criativa favorecendo o interesse e a formação do hábito de ler, e assim melhorar o nível de qualidade da aprendizagem dos alunos.
              As situações que favorecem a aprendizagem da leitura resumem-se na compreensão da linguagem escrita através do uso, da experiência em situações específicas, em contextos reais de aprendizagem e utilização simultâneas, lendo e escrevendo textos coerentes, significativos e interessantes, em verdadeira linguagem interdisciplinar e contextualizada, como textos de jornais e revistas; contos de fadas; histórias do mundo; lendas, parlendas, trava-linguas e cordeis enfim todo o imaginário infantil. Quando essa aprendizagem acontece, o aluno é capaz de produzir e criar novas idéias alicerçadas na fala e na escrita, que lhe são peculiares. A leitura significativa, feita de maneira interdisciplinar, favorece a memória; o conhecimento sobre a própria leitura do mundo; o conhecimento a respeito de como se escreve; a experiência das emoções. O aluno, através do trabalho interdisciplinar, vivencia experiências para a vida pela interação da linguagem falada e escrita, que não pode ficar restrita apenas a alfabetização, pois é necessário conhecer aspectos distintos existentes entre diferentes linguagens, sem o qual não se dá o efetivo exercício da cidadania.

 II – FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA:

É evidente que não se aprende a ler, nem dominar estratégias de leitura, de uma hora para outra. Daí o porquê de a escola primar por esse aprendizado ao longo do currículo pelo qual o aluno deva passar. E mais, atividades dessa natureza não devem ocorrer de forma individualizada, mas devem ser incorporadas por todos os professores para que surtam resultados positivos, visto que nenhuma disciplina prescinde desse saber. O aluno que sabe ler tem chances enormes de transitar por qualquer área do conhecimento sem maiores dificuldades: será capaz de interpretar  problemas matemáticos; criar, a partir do que ler, seus próprios conceitos, produzir textos com mais facilidade, posto que será capaz de organizar de forma lógica o que aprende. Tornando-se um bom leitor, o aluno terá acesso às informações, podendo exercer de fato sua cidadania.
    Sendo assim alguns nomes de educadores que se preocuparam com o desenvolvimento da aprendizagem da criança se destacaram. Dentre eles podemos citar:
Freire (1981) diz que lemos primeiro o mundo, depois a palavra e que a leitura da palavra implica a continuidade da leitura do mundo. Defende que ler não é, simplesmente, decodificar a palavra ou a linguagem escrita e aponta para um conceito mais abrangente: a leitura do mundo.
Se ler implica ler o mundo, mesmo antes e até depois de se ter acesso ao código escrito, pressupõe-se que toda a experiência de vida do leitor esteja envolvida.
Kleiman (1995) salienta que, quanto maior o conhecimento textual do leitor, quanto mais ele for exposto a diferentes estruturas textuais, mais fácil será sua compreensão. A autora lembra da importância de o leitor saber reconhecer a estrutura do texto, pois esta oferece indicadores essenciais que permitem antecipar a informação que contém e facilita a interpretação.
Ferreiro (1987) mostrou numa abordagem na questão da leitura e da escrita, uma maneira de ver o pensamento infantil, descobriu como a criança reconstrói o aprender para ler e escrever aprendendo o valor da escrita, na psicogenética de Piaget e na psicolingüística contemporânea.
Segundo Vygotisky (1998), quando o aluno percebe que textos estão ligados a assuntos do seu cotidiano, seu interesse é estimulado, pois se entende que a língua escrita tem significado na sua realidade imediata. Independente do método adotado, o professor deve cuidar para oferecer um ambiente propício aos interesses e necessidades do aluno para que ocorra a aprendizagem. Este autor ainda ressalta que os atos de brincar, dramatizar, simbolizar são valiosos para o desenvolvimento da alfabetização e devem ser desenvolvidos desde o ensino infantil. A criança que tem liberdade para brincar, dramatizar, se expressar, com certeza terá um desenvolvimento mais saudável.
Vygotsky (1987, p.149), quando a criança mostra o desenho como uma representação da escrita em primeiro estágio os rabiscos e os primeiros desenhos das crianças são entendidos como gestos ou tentativas de simbolizar a linguagem falada. Os desenhos podem ser interpretados como um estágio preliminar da linguagem escrita.
Silva (1987, p.42) destaca que ler é participar mais crítica e ativamente da comunicação humana e explicita algumas funções da leitura: leitura é uma atividade essencial a qualquer área do conhecimento e mais essencial ainda a própria vida do ser humano; leitura está intimamente ligada com o sucesso acadêmico do ser que aprende; leitura é um dos principais instrumentos que permite ao ser humano situar-se com os outros, de discussão e de crítica para se poder chegar à práxis; a facilitação da aprendizagem eficiente da leitura é um dos principais recursos de que o professor dispõe para combater a massificação galopante, executada principalmente pela televisão; a leitura possibilita a aquisição de diferentes pontos de vista e alargamento de experiências, parece ser o único meio de desenvolver a originalidade e autenticidade dos seres que aprendem.
 O Referencial Curricular Nacional Infantil destaca que para aprender a ler e a escrever a criança precisa construir um conhecimento de natureza conceitual: precisa compreender não só o que a escrita representa, mas também de que forma ela representa graficamente a linguagem.

  
III - OBJETIVOS:

Gerais:

·         Desenvolver habilidades de leitura e produção de textos.
·         Desenvolver a competência leitora nos alunos, a fim de favorecer o aprendizado e diminuir a reprovação.
·         Realizar atividades de incentivo a leitura.

Específicos:

·         Utilizar nas aulas diversas estratégias de leituras e com os mais variados gêneros textuais;
·         Desenvolver atividades para as quais a leitura seja o meio principal;
·         Montar oficinas para os professores sobre como utilizar as estratégias de leitura em favor da construção do conhecimento;
·         Expressar de diferentes formas, os conhecimentos construídos com as práticas de leituras;
·         Formar contadores de histórias.

IV - METODOLOGIA:

           Para a realização deste projeto, várias ações devem ser desenvolvidas, tais como:

            1ª Etapa:
           Será reservado na sala de aula um espaço lúdico na intenção de despertar o gosto pela leitura. Os próprios educandos escolherão a história a ser lida pelo educador Posteriormente, será feita uma discussão da história através de conversa informal entre o contador e os ouvintes, e, conseqüentemente, se fará um resumo do que internalizou. Há cada mês haverá a renovação do acervo das obras literárias de acordo com os conteúdos abordados na sala de aula.

    2ª Etapa:
          Cada educador precisará ser dinâmico e criativo e possibilitar o contato dos alunos com todos os tipos de gêneros textuais que irão facilitar a construção do conhecimento (charges,imagens,rótulos, histórias,gráficos,painéis,álbum seriado, vídeos,blogs, mapas,filmes,músicas, desenhos, etc...). O uso desses recursos deve estar pautado nas estratégias de leitura, que serão diferentes, dependendo do tipo de texto a ser utilizado e da metodologia a ser aplicada.

   3ª Etapa:
        Será realizado acompanhamento dos educandos com dificuldade na leitura e escrita de forma compartilhada e individual.

  4ª Etapa:
            As turmas serão atendidas através de um cronograma de atividades para que se possa atender satisfatoriamente a todos.Vale lembrar que, cada professor, deve ter em mente que o foco não é o conteúdo da aula, mas a leitura desseconteúdo, ou seja, facilitar, auxiliar o aluno à leitura desses conteúdos, fazendo inferências, questionamentos, discutindo opiniões, indicando pistas lingüísticos, etc. Tudo para fazer o aluno construir o conhecimento a partir do que ler, tornado-o mais independente levando-o a desenvolver a leitura e escrita com fluência.

V – META:

Ao final do Ano Letivo espera-se que as crianças da Escola Municipal de Ensino Fundamental pedra do Reino tenham superado as dificuldades da escrita/ leitura sendo motivadas a ler espontaneamente.


VI - CRONOGRAMA:

Atividades
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
Roda de conversa.
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X



   


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Produção textual(através de gravuras, rótulos, etc.)
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Leitura individual.
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Leitura compartilhada de textos diversos.

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Empréstimo de livros.


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Cantinho da Leitura na sala de aula
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Apresentação das histórias lidas através de fantoches.



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Resumo e ficha técnica do livro lido.


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Utilização de TV, cd, internet e DVD. (Apartir da necessidade do professor).

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VII – AVALIAÇÃO:

       Será feita através da análise dos trabalhos produzidos, de atitudes de socialização, da participação, de apresentações orais e escritas, dramatizações, confecções de jograis, cartazes, murais, histórias em quadrinhos, etc.

   REFERÊNCIAS:
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Cortez, 1982. 
GUEDES, Paulo Coimbra, SOUZA, Jane Mari de NEVES, Iara C., SCHÄFFER, Neiva O., KLÜSENER, Renita (org.). Ler e Escrever: compromisso de todas as áreas. Porto Alegre: UFRGS, 1998. 
KLEIMAN, Angela B, MORAES, Silvia E. Leitura e interdisciplinaridade: tecendo redes nos projetos da escola. Campinas, SP: Mercado das Letras, 1999.
BAMBERG, Richard. Como Incentivar o Hábito da LeituraSão Paulo: Ática,1987.
SILVA, Ezequiel Theodoro da. O Ato de Ler4 edSão Paulo:Cortez, 1987.
ZILBERMAN, Regina. Leitura em Crise na Escola: As alternativas do   Professor7 ed. Porto Alegre.
FERREIRO, Emilia; PALACIO, Margarida Gomes. Os processos de leitura e escrita: nova perspectiva. Traduzido por: Luiza Maria Silveira. 3 ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1987.
VYIGOTSKI, L. S. Interação entre o aprendizado e desenvolvimento

Drogas: prevenção é a solução

Projeto:
Drogas: prevenção é a solução

I - Justificativa:
  A escola tem um papel fundamental no desenvolvimento sadio do adolescente e do adulto, pois contribui para a formação global do jovem e da sociedade. A prevenção ao uso de drogas é uma atitude a ser adquirida desde a infância e promovida durante toda a vida. Assim, o papel da escola na prevenção é educar crianças e jovens a buscarem e desenvolverem sua identidade e subjetividade, promover e integrar a educação intelectual e emocional, incentivar a cidadania e a responsabilidade social, bem como garantir que eles incorporem hábitos saudáveis no seu cotidiano. De acordo com o supracitado a equipe técnica da Escola Municipal de Ensino Fundamental __________________________________o Projeto “Drogas: prevenção é a solução”, objetivando conscientizar os educandos para os problemas que as drogas podem causar, levando-os a refletir pela qualidade de vida, efetivando ações que valorizem a auto-estima, mantendo-os ocupados com atividades saudáveis, enriquecedoras e atraentes para minar espaços por onde as drogas podem entrar
Compete à família e à escola criarem oportunidades a fim de que a criança possa aprimorar o pensamento, tornando-se assim, cidadão crítico com competência de reflexão, de percepção, atuante no meio que vive, explorando, transformando e vivendo dignamente como ser humano que é. O Projeto “Drogas: prevenção é a solução”, vem trazer além do conhecimento específico, a formação do cidadão para uma nova perspectiva, ou seja, para uma sociedade sem drogas, viabilizando conjunturas educativas e adaptando oportunidades para interações mais significativas. Por isso, devemos orientar nossos educandos para os problemas sociais e levá-los a refletir e procurar soluções, uma vez que almejamos sua  qualidade de vida.


II – FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA:

 A dependência química compromete a qualidade de vida daquele que usa a droga, também afetando de forma indireta, familiares que acompanham a rotina do uso das mesmas. A procura por drogas tem muitos motivos. É importante não esquecer que as drogas tem efeitos considerados “prazerosos” para alguns indivíduos.
A droga pode ser lícita quando seu consumo é permitido pela lei, como bebidas alcoólicas, tabaco, tranquilizantes; e ilícita, quando seu consumo é proibido pela lei, como cocaína, maconha, crack. As drogas psicotrópicas atuam diretamente no sistema nervoso central, transformando o funcionamento do cérebro, e atuando de três maneiras: deprimindo, estimulando e perturbando.
O que alguns estudiosos dizem a respeito das drogas:
De acordo com Santos (1997), especialistas e estudiosos desses problemas acreditam que prevenir é o melhor combate, destacando que a UNESCO, desde 1972, apontou a necessidade de investir em prevenção ao abuso de drogas. Segundo a autora, prevenir o uso de drogas pressupõe estabelecer um conjunto de medidas, para impedir ou pelo menos, reduzir o consumo abusivo.

Santos (1997) acredita que, na escola, pode ocorrer a prevenção primária e secundária, pois também é um espaço para se desenvolver atividades educativas, voltadas à educação para a saúde, de modo que, “prevenção na escola significa estar atento ao jovem, abrir um canal de comunicação, valorizá-lo como ser humano, procurando um espaço para que ele aprenda a se valorizar(...)” (SANTOS, 1997, p.84-85).

Segundo Silva, Silva & Medina (2005), para prevenir o consumo de drogas, é preciso levar em conta diversos fatores, como: conduta individual, natureza da substância, além do fato de se constituir uma questão social e ocorrer em um dado contexto.

Bucher, 1992, afirma que o consumo de drogas tornou-se motivo de preocupação a partir dos anos 1960, a ponto de ser considerado um problema de saúde pública, devido ao crescente consumo, principalmente entre os jovens, pelos riscos que oferecem à saúde do usuário, além dos problemas sociais associados ao uso dessas substâncias. As primeiras experiências com drogas ocorrem freqüentemente na adolescência. Nessa fase, o individuo é vulnerável do ponto de vista psicológico e social.


 III - Objetivos:
       Geral:
·        Orientar e estimular a reflexão sobre as drogas, partindo do conhecimento prévio dos alunos sobre o assunto e ilustrando o perigo do envolvimento com os entorpecentes por meio de situações de risco no dia-a-dia.
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     Específicos:
·        Reconhecer os vários tipos de drogas e  riscos das mesmas;
  • Levar o educando a participar de momentos reflexivos e discussões acerca da temática;
  • Difundir as atividades realizadas pela escola no combate às drogas;
  • Trazer ao educando elementos para que resista à pressão para consumir drogas.
 IV – METODOLOGIA 
O projeto será desenvolvido durante o ano letivo através de ações interdisciplinares. Desta, forma será utilizada as seguintes estratégias metodológicas:
  • Roda de conversas;
  • Discussões sobre comportamentos e atitudes com seus pares;
  •  Apresentação de músicas, videos e filmes sobre as temáticas, para leitura, interpretação e discussão;
  • Produção de textos através de gravuras e palavras tanto individuais quanto coletiva;
  • Construção de acróstico a partir de palavras sobre o tema discutido;
  • Confecção de cartazes com mensagens, construção de frases, textos e gravuras;
  • Contação de histórias através de fantoches e leitura individual e coletiva;
  • Dinâmicas;
  • Palestras com pais e responsáveis.
 V - CRONOGRAMA:
Atividades
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Agos.
Set.
Out.
Nov.
Dez
Debatendo conceito de Drogas.

X









Sugestões de perguntas para sondar a turma.



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Tipos de drogas e efeitos colaterais.



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Criar campanhas com elaboração de cartazes e folhetos antidroga.




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Preparar um programa de rádio que aborde noticia e informações sobre drogas.





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Dinâmica: Sei ou não sei? Eis a questão!






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Pesquisa em grupo em um meio de comunicação: internet, televisão, rádio, jornal ou revista.








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Confeccionar frases de alertas sobre a temática








X


Construir um texto sobre: “Alcool e Direção”.









X

Criar uma mensagem com ilustração de incentivo ao não uso das DROGAS.










X

 REFERÊNCIAS

SANTOS, R. M. S. Prevenção de droga na escola: uma abordagem
psicodramática. Campinas: Papirus, 1997.

SILVA, F. A., SILVA, E. S.; MEDINA, J. Uso de drogas psicoativas:
teorias e métodos para multiplicador prevencionista. Rio Grande:
CENPRE, 2005.

BUCHER, R. Drogas e drogadição no Brasil. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.

Construção de um Mapa Conceitual Drogas

Aplicação do Conhecimento – Construção de um Mapa Conceitual


O professor deve pedir que os alunos se organizem em grupos de 4 a 5. Distribuirá uma folha com palavras e frases sobre drogas, trabalhadas no decorrer do módulo. Pede, então, que os alunos recortem e organizem as palavras e frases em uma cartolina, na forma de um mapa conceitual. Para verificar se os alunos compreenderam o que é droga, o professor pode devolver a cada aluno, o rótulo que ele pegou na primeira atividade (Problematização Inicial) e colocou o nome. Solicitar, então, que cada aluno organize o seu rótulo no mapa, relacionando com as palavras ou frases. Assim, cada mapa criado terá de 4 a cinco rótulos relacionados as palavras.
Após, a organização da disposição das palavras, frases e rótulos, o professor deve pedir que eles façam a colagem dos mesmos.
Exemplos de palavras e frases que podem ser pedidas aos alunos:
Pessoas sob o efeito desse tipo de droga tornam-se sonolentas, lerdas, desatentas e desconcentra-das
Esse tipo de droga causa aumento da atenção, aceleração do pensamento e euforia. Seus usuários tornam-se mais ativos, 'ligados'
Qualquer substância, natural ou sintética que introduzida no organismo modifica suas funções.
Quando o consumo se mostra compulsivo e a intensidade é capaz de ocasionar problemas sociais, físicos e ou psicológicos.
Possuem permissão do Estado para serem comercializa-das e consumidas
Dependência
São fabricadas em laboratório
Droga ilícita
Tranquilizantes
Remédios para emagrecer
Nicotina
Xaropes
Refrigerante
Maconha
Droga licita
Drogas perturbadoras
Cigarro
Drogas alucinógenas
Droga Natural
Crack
Chocolate
Droga
Anabolizantes
Energéticos
Droga sintética
São drogas totalmente obtidas em laboratório, sem a necessida-de de precursores naturais.
São aquelas drogas extraídas de uma fonte exclusivamente natural, em geral de plantas.
Não existem drogas desse tipo usadas como remédio, tampouco podem ser usadas legalmente.
São drogas obtidas em laboratório, a partir de uma matriz natural.
Estas drogas causam alucinação ou ilusão, geralmente de natureza visual.
Essas drogas apresentam um efeito depressor, principalmente quando combinadas com o álcool.
vontade incontrolável de sentir os efeitos de "prazer" que a droga provoca
Segundo a lei, não podem ser consumidas e muito menos comercializadas
Remédios para dormir.
É a intoxicação por drogas em quantidade maior à que o nosso organismo pôde suportar.
Droga Semi-sintética
Síndrome de abstinência
Drogas estimulantes
Cafeína
Overdose
fissura
tolerância
Droga estimulante
Droga perturbadora
Via pulmonar
Os efeitos aparecem muito mais rapidamente, por esta via de administração
Conjunto de sintomas que surgem quando o dependente fica temporariamen-te sem usar a droga
Causa euforia, desinibição e maior facilidade para falar
Causa prejuízo no raciocínio, alucinações e delírios
A pessoa tende a consumir doses cada vez maiores para sentir os mesmos efeitos que antes eram produzidos por doses menores